RACISMOJUSTIÇAAtualizado em 6 de fevereiro de 2026

Agostina Páez: Prisão Preventiva por Racismo no Rio + Tornozeleira Eletrônica

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva da advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, 29 anos, acusada de crime de racismo contra funcionários de um bar em Ipanema. Ela chamou os trabalhadores de "macaco" e fez gestos imitando o animal. Crime de racismo no Brasil é imprescritível e inafiançável, com pena de 2 a 5 anos de reclusão.

O Que Aconteceu com Agostina Páez?

Em 14 de janeiro de 2026, Agostina Páez estava em um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema (Zona Sul do Rio), quando iniciou uma discussão sobre o valor da conta cobrada pelo estabelecimento.

Durante a discussão, segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Agostina:

  • Chamou um funcionário do bar de "negro" de forma ofensiva e discriminatória
  • Foi alertada por outros funcionários de que sua conduta configurava crime
  • Mesmo assim, intensificou as ofensas, chamando a funcionária do caixa de "mono" (que significa "macaco" em espanhol)
  • Fez gestos imitando um macaco para humilhar as vítimas

Ao todo, quatro funcionários do bar foram vítimas das ofensas racistas. Testemunhas presentes confirmaram os fatos.

Por Que Foi Decretada a Prisão Preventiva?

Em fevereiro de 2026, o juiz da 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de Agostina Páez.

Os principais fundamentos da decisão foram:

  • Gravidade do crime: Racismo é crime imprescritível e inafiançável pela Constituição Federal
  • Reiteração da conduta: Mesmo alertada de que estava cometendo crime, Agostina intensificou as ofensas
  • Risco de fuga: Por ser estrangeira (argentina), o MPRJ argumentou que havia facilidade para ela deixar o Brasil e fugir da Justiça

Antes da prisão preventiva, Agostina já estava sujeita a medidas cautelares:

  • Proibição de deixar o país
  • Retenção do passaporte
  • Uso de tornozeleira eletrônica

O juiz entendeu que essas medidas eram insuficientes diante da gravidade dos fatos.

Crime de Racismo no Brasil: O Que Diz a Lei?

O crime de racismo está previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89 (conhecida como Lei Caó), que define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Pena Prevista:

Reclusão de 2 a 5 anos + multa

Características do Crime:

  • Inafiançável: não cabe pagamento de fiança para liberdade
  • Imprescritível: pode ser punido a qualquer tempo, mesmo décadas depois
  • Ação penal pública incondicionada: o Estado deve processar independentemente da vontade da vítima

A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, XLII, estabelece:

"A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei."

Chamar alguém de "macaco" ou fazer gestos imitando o animal para humilhar pessoa negra é conduta tipificada como crime de racismo, sem atenuantes por ser "brincadeira" ou "piada".

Qual Foi a Reação de Agostina Páez?

Após ter a prisão preventiva decretada, Agostina Páez divulgou um vídeo em suas redes sociais na noite de quinta-feira, 5 de fevereiro, dizendo estar "desesperada" e "morta de medo".

Não houve, até o momento, pedido público de desculpas às vítimas ou reconhecimento da gravidade da conduta racista.

Agostina, que é advogada na Argentina, certamente contratou defesa legal no Brasil para responder ao processo criminal.

O Que Acontece Agora?

Com a prisão preventiva decretada, Agostina deve se apresentar ou ser localizada pelas autoridades para cumprimento da ordem judicial.

A defesa pode:

  • Recorrer da decisão que decretou a prisão preventiva
  • Impetrar habeas corpus alegando ilegalidade ou abuso
  • Pedir revogação da prisão preventiva (mas o juiz já entendeu que as medidas cautelares eram insuficientes)

O processo criminal seguirá na 37ª Vara Criminal do Rio, com:

  1. Instrução processual (oitiva de testemunhas e vítimas)
  2. Apresentação de alegações finais pela defesa e acusação
  3. Sentença do juiz
  4. Eventual recurso aos tribunais superiores

Se condenada, Agostina pode pegar de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa. Também pode ser deportada do Brasil após cumprir eventual pena.

As vítimas também podem ingressar com ação de indenização por danos morais na esfera cível, independentemente do processo criminal.

Repercussão e Debates

O caso gerou grande repercussão tanto no Brasil quanto na Argentina:

  • No Brasil: Reforçou debates sobre racismo, aplicação da lei e responsabilização de estrangeiros por crimes cometidos em território nacional
  • Na Argentina: Mídia argentina repercutiu o caso, gerando discussões sobre comportamento de turistas no exterior e racismo
  • Nas redes sociais: Brasileiros e argentinos debateram intensamente sobre racismo, xenofobia e severidade da Justiça

O caso chama atenção por:

  • A ré ser estrangeira e advogada
  • A aplicação de prisão preventiva (medida mais severa) após falha de medidas cautelares
  • O uso de tornozeleira eletrônica antes da prisão
  • A reiteração da conduta mesmo após ser alertada de que estava cometendo crime

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Perguntas Frequentes

Quem é Agostina Páez?
Agostina Páez é uma advogada e influenciadora argentina de 29 anos que teve prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro em fevereiro de 2026 por crime de racismo cometido contra funcionários de um bar em Ipanema.
O que aconteceu com Agostina Páez no Rio de Janeiro?
Em 14 de janeiro de 2026, Agostina Páez cometeu atos racistas contra quatro funcionários de um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, chamando-os de 'negro' e 'mono' (macaco em espanhol) e fazendo gestos imitando um macaco.
Quando a Justiça decretou a prisão preventiva de Agostina Páez?
A prisão preventiva foi decretada em fevereiro de 2026 pela 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, após o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentar denúncia formal contra ela.
Agostina Páez está com tornozeleira eletrônica?
Sim, antes da decretação da prisão preventiva, Agostina Páez foi obrigada a usar tornozeleira eletrônica como uma das medidas cautelares determinadas pela Justiça.
Qual foi a reação de Agostina Páez após a prisão preventiva?
Agostina divulgou um vídeo em suas redes sociais dizendo estar 'desesperada' e 'morta de medo' após ter a prisão preventiva decretada.
O que motivou o incidente racista?
O incidente começou após uma divergência sobre o valor da conta do bar onde Agostina estava. Ela se irritou com o valor cobrado e passou a proferir ofensas racistas contra os funcionários.
Quantos funcionários foram vítimas do racismo de Agostina Páez?
Quatro funcionários do bar em Ipanema foram vítimas das ofensas racistas de Agostina Páez.
Em que bairro do Rio aconteceu o caso?
O caso aconteceu em Ipanema, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, na Rua Vinícius de Moraes.
Agostina Páez está no Brasil ou na Argentina?
Agostina Páez permanece no Brasil, pois teve seu passaporte retido e está proibida de deixar o país por determinação judicial.
Quais foram as palavras racistas usadas por Agostina Páez?
Agostina chamou os funcionários de 'negro' de forma pejorativa e 'mono' (que significa macaco em espanhol), além de fazer gestos imitando o animal.
Havia vídeo do incidente racista?
Sim, o incidente foi registrado e denunciado, com testemunhas presentes no estabelecimento confirmando as ofensas racistas.
Agostina Páez estava sozinha no bar?
As informações disponíveis indicam que ela estava em um grupo no momento do incidente, mas ela foi a autora das ofensas racistas.
O bar tomou alguma providência imediata?
Sim, os funcionários do bar alertaram Agostina de que sua conduta configurava crime, mas ela continuou com as ofensas, inclusive intensificando-as.
Agostina Páez tinha antecedentes criminais?
Não há informações públicas sobre antecedentes criminais de Agostina Páez antes deste incidente no Rio de Janeiro.
Ela se desculpou publicamente?
Não há registro de pedido público de desculpas por parte de Agostina Páez. Seu pronunciamento mais recente foi o vídeo dizendo estar 'morta de medo'.

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Quem é Agostina Páez?

Agostina Páez é uma advogada e influenciadora argentina de 29 anos que teve prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro em fevereiro de 2026 por crime de racismo cometido contra funcionários de um bar em Ipanema.

O que aconteceu com Agostina Páez no Rio de Janeiro?

Em 14 de janeiro de 2026, Agostina Páez cometeu atos racistas contra quatro funcionários de um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, chamando-os de 'negro' e 'mono' (macaco em espanhol) e fazendo gestos imitando um macaco.

Quando a Justiça decretou a prisão preventiva de Agostina Páez?

A prisão preventiva foi decretada em fevereiro de 2026 pela 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, após o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentar denúncia formal contra ela.

Agostina Páez está com tornozeleira eletrônica?

Sim, antes da decretação da prisão preventiva, Agostina Páez foi obrigada a usar tornozeleira eletrônica como uma das medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Qual foi a reação de Agostina Páez após a prisão preventiva?

Agostina divulgou um vídeo em suas redes sociais dizendo estar 'desesperada' e 'morta de medo' após ter a prisão preventiva decretada.

O que motivou o incidente racista?

O incidente começou após uma divergência sobre o valor da conta do bar onde Agostina estava. Ela se irritou com o valor cobrado e passou a proferir ofensas racistas contra os funcionários.

Quantos funcionários foram vítimas do racismo de Agostina Páez?

Quatro funcionários do bar em Ipanema foram vítimas das ofensas racistas de Agostina Páez.

Em que bairro do Rio aconteceu o caso?

O caso aconteceu em Ipanema, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, na Rua Vinícius de Moraes.

Agostina Páez está no Brasil ou na Argentina?

Agostina Páez permanece no Brasil, pois teve seu passaporte retido e está proibida de deixar o país por determinação judicial.

Quais foram as palavras racistas usadas por Agostina Páez?

Agostina chamou os funcionários de 'negro' de forma pejorativa e 'mono' (que significa macaco em espanhol), além de fazer gestos imitando o animal.

Havia vídeo do incidente racista?

Sim, o incidente foi registrado e denunciado, com testemunhas presentes no estabelecimento confirmando as ofensas racistas.

Agostina Páez estava sozinha no bar?

As informações disponíveis indicam que ela estava em um grupo no momento do incidente, mas ela foi a autora das ofensas racistas.

O bar tomou alguma providência imediata?

Sim, os funcionários do bar alertaram Agostina de que sua conduta configurava crime, mas ela continuou com as ofensas, inclusive intensificando-as.

Agostina Páez tinha antecedentes criminais?

Não há informações públicas sobre antecedentes criminais de Agostina Páez antes deste incidente no Rio de Janeiro.

Ela se desculpou publicamente?

Não há registro de pedido público de desculpas por parte de Agostina Páez. Seu pronunciamento mais recente foi o vídeo dizendo estar 'morta de medo'.

Qual foi o papel do MPRJ no caso?

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) foi responsável por apresentar a denúncia formal contra Agostina Páez e pedir a prisão preventiva, citando risco de fuga.

Por que o promotor citou risco de fuga?

O promotor argumentou que, sendo estrangeira, Agostina Páez teria facilidade para fugir do Brasil e evitar responder pelo crime, justificando a prisão preventiva.

Quais medidas cautelares foram aplicadas antes da prisão?

Antes da prisão preventiva, foram determinadas: proibição de deixar o país, retenção do passaporte e uso de tornozeleira eletrônica.

As medidas cautelares foram suficientes?

O juiz entendeu que não. Devido à gravidade e reiteração da conduta, determinou a prisão preventiva como medida mais adequada.

Agostina Páez é influenciadora digital?

Sim, Agostina Páez se apresentava como influenciadora digital nas redes sociais, além de ser advogada.

Ela estava em turismo no Rio?

Sim, Agostina estava como turista no Rio de Janeiro quando cometeu o crime de racismo.

Qual foi a data exata do incidente?

O incidente racista ocorreu em 14 de janeiro de 2026 em um bar em Ipanema.

Quanto tempo passou entre o crime e a prisão preventiva?

Aproximadamente três semanas. O crime ocorreu em 14 de janeiro e a prisão preventiva foi decretada no início de fevereiro de 2026.

Agostina Páez prestou depoimento?

Sim, ela foi ouvida pelas autoridades durante o inquérito policial que resultou na denúncia do Ministério Público.

Houve repercussão na Argentina sobre o caso?

O caso teve repercussão na mídia argentina, gerando debates sobre racismo e o comportamento de turistas argentinos no exterior.

Agostina Páez contratou advogado no Brasil?

Sim, sendo ela própria advogada, certamente conta com defesa legal para responder ao processo no Brasil.

O consulado argentino se manifestou?

Não há informações públicas sobre manifestação oficial do consulado argentino no Rio de Janeiro sobre o caso.

Quem foi o juiz que decretou a prisão?

O juiz que atua na 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro foi responsável pela decisão de decretar a prisão preventiva.

Agostina Páez foi presa imediatamente?

Após a decretação da prisão preventiva, Agostina deve se apresentar ou ser localizada pelas autoridades para cumprimento da ordem judicial.

Ela pode recorrer da decisão?

Sim, a defesa de Agostina Páez tem o direito de recorrer da decisão que decretou sua prisão preventiva.

Qual foi a reação nas redes sociais?

O caso gerou grande repercussão nas redes sociais, com brasileiros e argentinos debatendo sobre racismo, xenofobia e responsabilização criminal.

Houve manifestações de apoio a Agostina?

Houve algumas manifestações, principalmente questionando a proporcionalidade da prisão preventiva, mas a maioria das reações foi de repúdio ao racismo.

Os funcionários do bar deram entrevistas?

Não há registro público de entrevistas concedidas pelas vítimas do crime de racismo.

O bar se manifestou oficialmente?

Não há informações sobre manifestação oficial do estabelecimento comercial onde ocorreu o incidente.

Agostina Páez tinha seguidores nas redes sociais?

Sim, como influenciadora, ela mantinha presença nas redes sociais, mas não há dados precisos sobre o número de seguidores.

Ela deletou suas redes sociais após o caso?

Não há confirmação, mas é comum que pessoas envolvidas em casos polêmicos limitem ou desativem temporariamente suas redes sociais.

Houve outras testemunhas além dos funcionários?

Sim, havia outros clientes no bar que testemunharam o incidente racista.

Agostina Páez estava alcoolizada?

Não há informações oficiais sobre se ela estava sob efeito de álcool, embora estivesse em um bar.

O caso foi filmado por câmeras de segurança?

É provável que o estabelecimento tenha câmeras de segurança, mas não há confirmação pública sobre existência de gravações.

Quanto tempo Agostina planejava ficar no Brasil?

Não há informações públicas sobre o período de permanência planejado de Agostina no Brasil como turista.

Ela tinha passagens de volta compradas?

Essa informação não foi divulgada publicamente, mas seria relevante para avaliar o risco de fuga.

Agostina Páez está hospedada onde no Rio?

Por questões de segurança e privacidade, o local de hospedagem não foi divulgado pelas autoridades.

Ela pode trabalhar usando tornozeleira?

Sim, a tornozeleira eletrônica permite mobilidade dentro dos limites estabelecidos pela Justiça, possibilitando trabalho remoto.

Qual foi o valor da conta que gerou a discussão?

O valor específico da conta do bar que iniciou a divergência não foi divulgado publicamente.

Agostina tentou pagar a conta?

Há indicações de que a discussão foi sobre o valor cobrado, mas os detalhes sobre o pagamento não foram divulgados.

O bar tinha histórico de problemas similares?

Não há informações sobre histórico de incidentes similares no estabelecimento.

Agostina Páez tem família no Brasil?

Não há informações públicas sobre familiares de Agostina Páez residindo no Brasil.

Ela visitava o Brasil com frequência?

Não há dados disponíveis sobre visitas anteriores de Agostina Páez ao Brasil.

O caso gerou protestos?

Não há registro de protestos físicos, mas houve grande mobilização nas redes sociais repudiando o racismo.

Agostina Páez fez exame de corpo de delito?

O exame de corpo de delito não se aplica neste caso, pois ela é a acusada de crime de racismo, não vítima de agressão física.

Qual é a lei que tipifica o crime de racismo no Brasil?

O crime de racismo está previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89, que define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Qual é a pena prevista para o crime de racismo?

O crime de racismo previsto no artigo 2º-A da Lei 7.716/89 estabelece pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa.

Racismo é crime inafiançável?

Sim, a Constituição Federal brasileira (artigo 5º, XLII) estabelece que o racismo é crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão.

O que significa crime imprescritível?

Crime imprescritível significa que não existe prazo para que o Estado possa punir o criminoso. O crime de racismo pode ser processado e julgado a qualquer tempo, mesmo décadas depois.

Por que foi decretada prisão preventiva?

A prisão preventiva foi decretada devido à gravidade do crime, reiteração da conduta (ela foi alertada mas continuou ofendendo) e risco de fuga, já que Agostina é estrangeira.

Quais são os requisitos para prisão preventiva?

Os requisitos estão no artigo 312 do CPP: garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar aplicação da lei penal. No caso, destacou-se o risco de fuga.

Prisão preventiva é condenação?

Não. Prisão preventiva é medida cautelar aplicada durante o processo. Agostina ainda é presumida inocente até sentença condenatória transitada em julgado.

Estrangeiro pode ser preso preventivamente no Brasil?

Sim, estrangeiros estão sujeitos às leis brasileiras quando em território nacional e podem ter prisão preventiva decretada, especialmente quando há risco de fuga do país.

Qual a diferença entre racismo e injúria racial?

Racismo (Lei 7.716/89) atinge coletividade e é imprescritível. Injúria racial (artigo 140, §3º do CP) atinge honra de pessoa específica, tem prescrição e pena menor (1 a 3 anos).

O caso de Agostina é racismo ou injúria racial?

Foi enquadrado como crime de racismo (Lei 7.716/89) porque as ofensas foram dirigidas a múltiplas pessoas (quatro funcionários) e demonstraram segregação e menosprezo pela raça.

A tornozeleira eletrônica é obrigatória na prisão preventiva?

Não necessariamente. No caso de Agostina, a tornozeleira foi aplicada antes da prisão preventiva, como medida cautelar alternativa que se mostrou insuficiente.

Agostina Páez pode ser extraditada?

Não se trata de extradição, pois o crime foi cometido em território brasileiro. Ela deve responder à Justiça brasileira. Se condenada e fugir, aí sim poderá haver pedido de extradição.

Turistas estão sujeitos às leis brasileiras?

Sim, absolutamente. Qualquer pessoa em território brasileiro, nacional ou estrangeira, está sujeita às leis do Brasil e deve respeitá-las.

Quanto tempo Agostina pode ficar presa preventivamente?

A lei não estabelece prazo máximo fixo. A prisão preventiva deve durar o tempo necessário ao processo, sendo reavaliada periodicamente. Excesso pode gerar relaxamento.

Ela pode responder em liberdade?

A defesa pode pedir revogação da prisão preventiva, mas o juiz já entendeu que as medidas cautelares anteriores foram insuficientes, tornando difícil a liberdade provisória.

Habeas corpus pode ser concedido?

Sim, a defesa pode impetrar habeas corpus alegando ilegalidade ou abuso na prisão. O tribunal analisará se os requisitos da preventiva estão presentes.

O que acontece se Agostina for condenada?

Se condenada, ela cumprirá pena de 2 a 5 anos de reclusão (mais multa), podendo iniciar em regime fechado ou semiaberto conforme dosimetria da pena.

Ela pode ser deportada?

Sim, após cumprir eventual pena ou responder ao processo, Agostina pode ser deportada do Brasil e ter entrada proibida no país.

Condenação no Brasil vale na Argentina?

A condenação criminal no Brasil constará dos registros brasileiros. Há tratados de cooperação jurídica entre Brasil e Argentina, mas cada país tem soberania sobre seus registros criminais.

Agostina pode trabalhar como advogada se condenada?

Uma condenação criminal pode afetar sua inscrição na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil ou Argentina), dependendo das regras de cada país e da gravidade do crime.

O processo é público?

Sim, processos criminais no Brasil são públicos, salvo casos específicos de segredo de justiça. Qualquer pessoa pode acompanhar os autos.

Quanto tempo leva um processo de racismo?

Varia muito. Pode levar de meses a anos, dependendo da complexidade, recursos interpostos e tramitação do judiciário. Crimes de racismo costumam ter atenção prioritária.

Há possibilidade de acordo penal?

Crimes com pena mínima superior a 1 ano (como racismo, com pena de 2 a 5 anos) não permitem transação penal. Mas pode haver suspensão condicional do processo se atendidos requisitos.

Suspensão condicional do processo é possível?

Potencialmente sim, se a pena mínima não ultrapassa 1 ano (mas no caso de racismo é 2 anos). Porém, há discussões jurídicas sobre aplicabilidade em crimes imprescritíveis.

Agostina pode ser julgada por júri popular?

Não, o crime de racismo é de competência do juiz singular (vara criminal), não do tribunal do júri, que julga crimes dolosos contra a vida.

A vítima pode cobrar indenização?

Sim, as quatro vítimas podem ingressar com ação de danos morais na esfera cível, independentemente do processo criminal.

Qual o valor de indenização por racismo?

Varia conforme o caso. Jurisprudência brasileira tem fixado valores de R$ 10 mil a R$ 100 mil ou mais em casos de racismo, dependendo da gravidade e condições do ofensor.

O crime foi flagrante?

Não houve prisão em flagrante no momento dos fatos. A prisão preventiva foi decretada posteriormente, após investigação e denúncia do MP.

Por que não houve prisão em flagrante?

Aparentemente não havia autoridade policial presente no momento. A ocorrência foi registrada posteriormente e investigada, resultando na denúncia e prisão preventiva.

Agostina pode recorrer até o STF?

Sim, o sistema judicial brasileiro permite recursos até instâncias superiores, incluindo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal) em questões constitucionais.

Há precedentes de estrangeiros condenados por racismo no Brasil?

Sim, há casos de estrangeiros condenados por crimes diversos no Brasil, incluindo racismo, embora sejam menos comuns e recebam grande atenção midiática.

A embaixada argentina pode intervir?

A embaixada pode prestar assistência consular (indicar advogados, visitas), mas não pode interferir no processo judicial brasileiro, que é soberano.

O Brasil e a Argentina têm tratado de extradição?

Sim, ambos são signatários de tratados internacionais e acordos bilaterais de cooperação jurídica, incluindo extradição para crimes graves.

Agostina está em cela comum ou especial?

Se efetivamente presa, por ser advogada e ter nível superior, teria direito a cela especial, conforme artigo 295 do Código de Processo Penal.

Presos preventivos têm direito a visitas?

Sim, presos preventivos têm direitos preservados, incluindo visitas de familiares e advogados, respeitando regras do estabelecimento prisional.

A prisão preventiva conta como tempo de pena?

Sim, se houver condenação, o tempo de prisão preventiva é descontado da pena total (detração penal), conforme artigo 42 do Código Penal.

Agostina pode ser monitorada após soltura?

Sim, se solta, pode continuar com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares como comparecimento periódico em juízo.

O que é a Lei Antirracismo 7.716/89?

É a lei que define os crimes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, tornando essas condutas crimes inafiançáveis e imprescritíveis.

Quando a Lei 7.716/89 foi criada?

Foi criada em 5 de janeiro de 1989, conhecida como Lei Caó, em homenagem ao deputado Carlos Alberto Caó, que foi seu principal autor.

A lei já foi atualizada?

Sim, diversas vezes. A Lei 9.459/97 e a Lei 14.532/23 ampliaram a tipificação, incluindo injúria racial como crime de racismo e agravando penas.

Chamar alguém de macaco é crime no Brasil?

Sim, é crime de racismo. Comparar pessoa negra a macaco é conduta típica da Lei 7.716/89 e da injúria racial qualificada, com penas severas.

Gestos racistas também são crime?

Sim, a lei não exige apenas palavras. Gestos, símbolos e condutas que expressem discriminação racial são criminalizados.

É necessário intenção para configurar racismo?

Sim, é crime doloso (intencional). Mas a intenção é presumida quando a pessoa é alertada de que a conduta é criminosa e ainda assim continua, como no caso de Agostina.

Ignorância da lei isenta de pena?

Não, segundo o artigo 21 do Código Penal, o desconhecimento da lei é inescusável. Estrangeiros também devem conhecer e respeitar as leis locais.

Agostina pode alegar diferença cultural?

Pode alegar, mas não isenta de responsabilidade. O Brasil tem soberania legislativa e condutas racistas são crimes independentemente da origem cultural do agente.

Ofender em outro idioma muda o crime?

Não, chamar de 'mono' (espanhol) ou 'macaco' (português) tem o mesmo efeito criminoso. O que importa é a conduta racista, não o idioma usado.

Testemunhas são suficientes para condenação?

Sim, testemunhos são provas válidas. No caso, há quatro vítimas, outros clientes e funcionários como testemunhas, formando robusto conjunto probatório.

A defesa pode alegar embriaguez?

Embriaguez voluntária não exclui crime (artigo 28, II do CP). Apenas embriaguez completa involuntária (por força maior) poderia excluir responsabilidade, o que não se aplica ao caso.

Arrependimento posterior diminui a pena?

Arrependimento não é causa de diminuição em crime de racismo. Pode ser considerado na dosimetria da pena, mas não exclui o crime nem garante redução significativa.

Pode haver perdão judicial?

Perdão judicial não se aplica a crimes de racismo. A gravidade do crime e sua natureza imprescritível impedem essa benesse.

O racismo é comum no Brasil?

Infelizmente sim. Apesar de crime, o Brasil registra milhares de casos de racismo anualmente. Dados do Anuário de Segurança Pública mostram aumento de 70% nas denúncias entre 2018 e 2022.

Quantas denúncias de racismo há no Brasil por ano?

Segundo dados oficiais, são registrados mais de 12 mil casos de injúria racial e racismo por ano no Brasil, mas o número real é muito maior devido à subnotificação.

Pessoas são condenadas por racismo no Brasil?

Sim, mas a taxa de condenação ainda é baixa comparada ao número de casos. Muitos processos se prolongam ou resultam em penas alternativas.

Qual foi o caso de racismo mais famoso no Brasil?

Diversos casos ganharam notoriedade, como o do jogador Aranha (2014), da jornalista Maju Coutinho, e casos envolvendo celebridades e pessoas públicas vítimas de racismo nas redes sociais.

Houve casos de estrangeiros presos por racismo no Brasil?

Sim, embora menos comuns, há registros de estrangeiros processados e condenados por racismo no Brasil, especialmente em casos com ampla repercussão.

O caso de Agostina é único?

Não, infelizmente casos de racismo são frequentes no Brasil. O que chama atenção é a nacionalidade da agressora (argentina), a prisão preventiva e o uso de tornozeleira eletrônica.

Racismo contra brasileiros na Argentina existe?

Há relatos de preconceito e discriminação contra brasileiros e outros sul-americanos na Argentina, embora cada país tenha suas próprias dinâmicas sociais e legislações.

A lei argentina pune racismo?

Sim, a Argentina possui legislação antidiscriminação (Lei 23.592) que penaliza atos discriminatórios por raça, religião, nacionalidade e outros critérios.

Como a Argentina reagiu ao caso?

Houve repercussão na mídia argentina, com debates sobre racismo e comportamento de turistas. Alguns veículos criticaram a conduta, outros questionaram a severidade da resposta brasileira.

Argentinos são racistas com brasileiros?

Generalizar seria preconceito. Como em qualquer país, há indivíduos que praticam discriminação, mas não se pode atribuir isso a toda a população argentina.

O Brasil é mais rigoroso que a Argentina contra racismo?

As legislações diferem. O Brasil trata racismo como crime imprescritível e inafiançável (Constituição), enquanto outros países têm abordagens distintas. A comparação depende de diversos fatores.

Racismo em estabelecimentos comerciais é comum?

Infelizmente sim. Casos de discriminação racial em restaurantes, lojas, shoppings e condomínios são registrados com frequência no Brasil.

Estabelecimentos podem ser responsabilizados?

Sim, estabelecimentos que toleram ou não tomam providências contra racismo praticado em suas dependências podem ser responsabilizados civilmente.

O que fazer ao presenciar racismo?

Denunciar imediatamente à polícia (disque 190 ou 197), registrar boletim de ocorrência, colher dados de testemunhas e, se possível, gravar vídeo ou áudio como prova.

Racismo pode ser denunciado online?

Sim, várias delegacias e o Ministério Público aceitam denúncias online de crimes de racismo. Há também canais específicos como o Disque 100 (direitos humanos).

Testemunhas de racismo podem ser processadas?

Não, testemunhas não são processadas. Pelo contrário, são fundamentais para a Justiça. Omissão não caracteriza crime, mas denunciar é dever cidadão.

Gravar vídeo de racismo é permitido?

Sim, gravar imagens e áudios de crimes em locais públicos ou privados de acesso público é lícito e pode servir como prova em processo criminal.

Racismo em redes sociais também é crime?

Sim, racismo praticado em redes sociais, comentários, mensagens ou publicações é igualmente crime e pode ser investigado e punido pela Justiça.

Como denunciar racismo em redes sociais?

Denuncie na própria plataforma (todos têm mecanismos de denúncia), registre prints/capturas de tela e faça boletim de ocorrência na delegacia ou online.

Polícia pode identificar autor de racismo online?

Sim, mediante ordem judicial, provedores de internet e redes sociais devem fornecer dados de usuários para investigação de crimes, incluindo racismo.

Anonimato protege quem pratica racismo online?

Não, o anonimato pode ser quebrado judicialmente. Além disso, a Constituição veda anonimato justamente para responsabilizar crimes como racismo.

Empresas podem demitir funcionários por racismo?

Sim, racismo é justa causa para demissão. Além disso, o funcionário responde criminalmente e pode indenizar a vítima.

Racismo no trabalho é mais grave?

Todo racismo é grave. No ambiente de trabalho, pode configurar também assédio moral e gerar responsabilidade trabalhista do empregador se não tomar providências.

Background check detecta condenação por racismo?

Sim, background check verifica processos criminais e condenações, incluindo crimes de racismo. Isso permite que empresas evitem contratar pessoas com histórico de discriminação.

FlagCheck pode ajudar a prevenir contratação de racistas?

Sim, o FlagCheck realiza consulta de antecedentes criminais por apenas R$ 3,33, revelando processos e condenações, incluindo crimes de racismo, em 30 segundos de forma sigilosa.

Empregador pode recusar candidato condenado por racismo?

Sim, desde que observadas regras da LGPD e fundamentação razoável (ex: função que requer contato com público diverso, valores da empresa). A recusa deve ser proporcional e não discriminatória.

Condenação por racismo impede certos emempregos?

Sim, cargos públicos, funções de confiança, profissões regulamentadas podem ter impedimentos para pessoas condenadas por crimes graves como racismo.

Racismo prescreve?

Não, racismo é crime imprescritível segundo a Constituição Federal (artigo 5º, XLII). Pode ser punido a qualquer tempo, mesmo décadas depois do fato.

Por que racismo é imprescritível?

Por determinação constitucional, refletindo a gravidade do crime e compromisso do Brasil com combate à discriminação racial. É um dos poucos crimes imprescritíveis no país.

Quais outros crimes são imprescritíveis no Brasil?

Apenas racismo e ação de grupos armados contra ordem constitucional e Estado Democrático (artigo 5º, XLII e XLIV da Constituição) são imprescritíveis.

Houve aumento de casos de racismo recentemente?

Sim, estatísticas mostram aumento expressivo de denúncias e registros de racismo, tanto pelo crescimento efetivo dos casos quanto pela maior conscientização e disposição de denunciar.

O que é racismo estrutural?

Racismo estrutural são práticas, normas e instituições sociais que perpetuam desigualdades raciais, mesmo sem atos individuais explícitos. É um conceito sociológico distinto do crime de racismo.

Racismo estrutural é crime?

Não, racismo estrutural é conceito sociológico. O crime de racismo pune condutas individuais específicas de discriminação, segregação ou preconceito baseados em raça.

Black Lives Matter influenciou leis brasileiras?

O movimento global contribuiu para debates e conscientização, mas as leis antirracismo no Brasil são anteriores. A Lei Caó é de 1989, e a Constituição de 1988 já tratava racismo como imprescritível.

O que é injúria racial qualificada?

É ofender a honra de alguém com elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa/deficiente. Antes separada do racismo, foi equiparada pela Lei 14.532/23.

Diferença entre racismo recreativo e racismo?

Racismo recreativo é termo sociológico para piadas e ofensas raciais disfarçadas de humor. Juridicamente, continuam sendo crime de racismo, sem atenuante por ser 'brincadeira'.

Piada racista é crime?

Sim, piadas que ofendem, humilham ou segregam pessoas por raça são crime de racismo, sem distinção por serem 'humor'. A lei não abre exceção para contexto humorístico.

Racismo reverso existe juridicamente?

Não há previsão legal de 'racismo reverso'. A Lei 7.716/89 protege todas as pessoas contra discriminação racial, mas sociológica e historicamente racismo tem dinâmicas de poder específicas.

Liberdade de expressão permite falar sobre raça?

Sim, debater questões raciais é legítimo. Mas liberdade de expressão não protege discurso de ódio, ofensas ou discriminação. Racismo não é opinião, é crime.

Crítica a cultura é racismo?

Depende. Criticar aspectos culturais de forma respeitosa é legítimo. Generalizar, inferiorizar ou ofender grupo racial/étnico por sua cultura caracteriza discriminação e pode ser racismo.

Apropriação cultural é crime?

Apropriação cultural é conceito sociológico, não tipificado como crime no Brasil. Porém, se acompanhada de ofensas, humilhação ou segregação racial, pode configurar racismo.

Blackface é crime no Brasil?

Blackface (pintar o rosto de preto para representar pessoas negras) é considerado prática racista. Dependendo do contexto, pode configurar crime de racismo por humilhação e estereotipação.

Cotas raciais são racismo reverso?

Não, segundo STF e legislação brasileira, ações afirmativas (cotas) são constitucionais e visam reparar desigualdades históricas, não configurando discriminação ilegal.

Universidades podem ter cotas raciais?

Sim, a Lei 12.711/12 (Lei de Cotas) estabelece reserva de vagas em universidades federais, validada pelo STF como constitucional e necessária para igualdade material.

Empresas podem ter cotas raciais?

Sim, diversas empresas adotam voluntariamente programas de diversidade com metas de contratação de pessoas negras. Não é obrigatório por lei (exceto em alguns casos), mas é prática legal e incentivada.

O que é racismo institucional?

São práticas discriminatórias dentro de instituições (empresas, órgãos públicos) que desfavorecem pessoas negras. Não é tipificado como crime específico, mas casos concretos podem configurar racismo.

Racismo religioso existe?

Sim, discriminação por religião está na Lei 7.716/89. Ofensas a religiões de matriz africana (candomblé, umbanda) são frequentes e configuram crime de racismo religioso.

Ofender terreiro de candomblé é crime?

Sim, é crime de racismo religioso previsto na Lei 7.716/89, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, por discriminar religião de matriz africana.

Como o judiciário brasileiro trata racismo?

O Judiciário tem avançado no reconhecimento e punição do racismo, com condenações crescentes, mas ainda enfrenta desafios como morosidade e necessidade de capacitação em questões raciais.

STF já julgou casos de racismo?

Sim, o STF já se manifestou diversas vezes sobre racismo, validando leis de cotas, reconhecendo racismo em redes sociais, e garantindo imprescritibilidade e inafiançabilidade do crime.

Qual o papel do Ministério Público em casos de racismo?

O MP tem papel fundamental: recebe denúncias, investiga, oferece denúncia criminal, acompanha processos e pode propor ações civis públicas por danos morais coletivos em casos de racismo.

Como evitar contratar pessoas com histórico de racismo?

Realizar background check (verificação de antecedentes) antes da contratação é fundamental. O FlagCheck consulta processos criminais por R$ 3,33 em 30 segundos, revelando condenações e processos por racismo.

Background check é legal no Brasil?

Sim, desde que feito com consentimento do candidato e respeitando a LGPD. É ferramenta legítima para empresas verificarem antecedentes criminais antes de contratar.

O que é FlagCheck?

FlagCheck é plataforma de background check (verificação de antecedentes) que permite consultar processos criminais, trabalhistas e cíveis de qualquer pessoa por apenas R$ 3,33, com resultado em 30 segundos de forma sigilosa.

FlagCheck mostra condenações por racismo?

Sim, a consulta do FlagCheck abrange todos os processos criminais, incluindo condenações e processos em andamento por crime de racismo.

Quanto custa fazer background check?

No FlagCheck custa apenas R$ 3,33 por consulta completa, sem mensalidades ou taxas escondidas. É o background check mais acessível do Brasil.

Background check funciona para estrangeiros?

Sim, o FlagCheck pode verificar processos de estrangeiros que tenham CPF ou estejam registrados em processos judiciais no Brasil.

É sigiloso fazer background check?

Sim, no FlagCheck a consulta é 100% sigilosa. A pessoa consultada não fica sabendo que teve seus antecedentes verificados.

Preciso de autorização para fazer background check?

Sim, pela LGPD é necessário consentimento do titular dos dados (candidato/parceiro) para realizar verificação de antecedentes, exceto em bases de dados públicos acessíveis a qualquer pessoa.

Empresa pode usar background check na contratação?

Sim, é prática legal e recomendada, desde que com consentimento do candidato. Ajuda a prevenir contratações de risco e proteger ambiente de trabalho.

Background check previne processos trabalhistas?

Sim, verificar histórico trabalhista e criminal reduz risco de contratar pessoas com má-fé, histórico de assédio, racismo ou outros crimes que possam gerar passivos trabalhistas e reputacionais.

Pode recusar candidato com processo de racismo?

Sim, se houver fundamentação razoável (ex: vaga requer valores de respeito e diversidade). Deve-se observar proporcionalidade e documentar a decisão para evitar discriminação.

Background check é obrigatório por lei?

Não é obrigatório, mas é altamente recomendado, especialmente para funções sensíveis (contato com público, cargos de confiança, acesso a dados, trabalho com crianças/idosos).

Quais informações o background check revela?

No FlagCheck: processos criminais, trabalhistas, cíveis, falências, recuperações judiciais, protestos e outras pendências judiciais e financeiras.

Background check substitui entrevista?

Não, é complementar. A entrevista avalia competências e fit cultural; o background check verifica histórico judicial e financeiro para identificar riscos ocultos.

Todo crime aparece no background check?

Aparecem processos judiciais registrados. Crimes não denunciados ou sem registro judicial não constam. Por isso é importante denunciar crimes à polícia.

Processo arquivado aparece no background check?

Sim, processos arquivados geralmente constam dos sistemas judiciais públicos e podem aparecer na consulta, dependendo do status e tempo decorrido.

Absolvição aparece no background check?

Sim, processos em que a pessoa foi absolvida podem constar dos registros judiciais. Importante analisar o contexto e não apenas a existência do processo.

Background check pode evitar tragédias?

Sim, há casos documentados de crimes (inclusive racismo, assédio, furto) cometidos por funcionários que tinham histórico criminal. Background check reduz drasticamente esses riscos.

Empresas de segurança devem fazer background check?

Absolutamente. Empresas de segurança, transporte, cuidadores, educação têm dever redobrado de verificar antecedentes para proteger clientes e não responderem por negligência na contratação.

Aplicativos de namoro deveriam ter background check?

Seria ideal para segurança dos usuários. Alguns apps já implementam verificação de identidade e background check opcional. FlagCheck oferece solução acessível para isso.

Posso fazer background check de sócio comercial?

Sim, é altamente recomendado. Verificar antecedentes de futuros sócios evita parcerias com pessoas envolvidas em fraudes, crimes financeiros ou outros ilícitos.

Background check de inquilino é permitido?

Sim, proprietários podem solicitar background check de potenciais inquilinos (com consentimento) para verificar histórico de processos, inadimplência e outras pendências.

Escolas podem fazer background check de professores?

Sim, e é altamente recomendado. Verificar antecedentes criminais de profissionais que trabalharão com crianças é medida de proteção essencial.

Background check de motorista de app é feito?

Aplicativos de transporte (Uber, 99) realizam verificações de antecedentes criminais dos motoristas antes de aprovar cadastro, como medida de segurança.

ONGs devem fazer background check de voluntários?

Sim, especialmente se trabalharão com populações vulneráveis (crianças, idosos, pessoas em situação de rua). É medida de proteção e responsabilidade institucional.

Condomínios podem fazer background check de funcionários?

Sim, síndicos e administradoras podem e devem verificar antecedentes de funcionários (porteiros, zeladores) que terão acesso a áreas privadas dos moradores.

Background check pode ser feito periodicamente?

Sim, empresas podem estabelecer política de verificação periódica de antecedentes de funcionários (com consentimento), especialmente em funções sensíveis.

Candidato pode recusar background check?

Sim, é direito do candidato recusar. Porém, a empresa também tem direito de não prosseguir com a contratação de quem se recusa, pois gera suspeita.

FlagCheck tem app?

O FlagCheck opera via plataforma web acessível de qualquer dispositivo (computador, celular, tablet). Basta acessar app.flagcheck.com.br e fazer login.

Qual o tempo de resposta do FlagCheck?

Apenas 30 segundos. É a consulta de background check mais rápida do Brasil, com resultado instantâneo e completo.

FlagCheck consulta em quais tribunais?

O FlagCheck consulta processos em tribunais de todo o Brasil (estaduais, federais, trabalhistas, eleitorais, militares e tribunais superiores).

Preciso de CNPJ para usar FlagCheck?

Não, tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem usar o FlagCheck. Qualquer pessoa pode fazer consultas respeitando a LGPD e solicitando consentimento do titular.

FlagCheck tem suporte?

Sim, o FlagCheck oferece suporte via chat, e-mail e telefone para tirar dúvidas sobre a plataforma e consultas.

Posso consultar a mim mesmo no FlagCheck?

Sim, você pode fazer autoconsulta para ver quais processos constam em seu nome. É útil para corrigir erros ou se preparar para processos seletivos.

Background check substitui certidão de antecedentes criminais?

São complementares. Certidão de antecedentes mostra apenas condenações transitadas em julgado. Background check mostra processos em andamento, o que é mais abrangente e preventivo.

Onde solicitar certidão de antecedentes criminais?

Nos sites das Secretarias de Segurança Pública estaduais (para antecedentes estaduais) ou da Polícia Federal (para antecedentes federais). É gratuito mas só mostra condenações definitivas.

Background check mostra dívidas?

Sim, o FlagCheck mostra protestos em cartórios e processos de execução, falência e recuperação judicial, fornecendo visão completa da situação financeira da pessoa.

Posso fazer background check sem CPF?

O ideal é ter o CPF para consulta mais precisa, mas é possível buscar por nome completo. Porém, pode haver homônimos, então CPF é recomendado.

Background check é diferente de análise de crédito?

Sim. Análise de crédito (Serasa, SPC) foca em inadimplências e score. Background check verifica processos judiciais (criminais, trabalhistas, cíveis), indo além do aspecto financeiro.

FlagCheck integra com sistemas de RH?

Sim, o FlagCheck oferece API para integração com sistemas de RH, ATS (Applicant Tracking Systems) e plataformas de recrutamento.

Quanto tempo leva para aprender a usar FlagCheck?

É muito simples. Em menos de 2 minutos você faz a primeira consulta. A interface é intuitiva: basta inserir nome e CPF e clicar em consultar.

FlagCheck armazena histórico de consultas?

Sim, a plataforma mantém histórico de consultas realizadas, permitindo acesso posterior aos relatórios para auditoria e conformidade.

Background check pode ser usado em tribunal?

Sim, os relatórios do FlagCheck são baseados em dados públicos de tribunais oficiais e podem ser usados como evidência em processos, auditorias e investigações.

FlagCheck é seguro e protege dados?

Sim, o FlagCheck segue rigorosamente a LGPD, com criptografia de dados, servidores seguros e políticas de privacidade transparentes.

Posso compartilhar resultado do background check?

Sim, você pode compartilhar o relatório com outras pessoas autorizadas (ex: equipe de RH, sócios), mas sempre respeitando o consentimento do titular dos dados.

Background check é uma tendência?

Sim, cada vez mais empresas no Brasil e no mundo adotam background check como prática padrão de contratação, seguindo mercados maduros como EUA e Europa onde é quase obrigatório.

FlagCheck ajuda a construir ambiente de trabalho saudável?

Sim, evitar contratar pessoas com histórico de assédio, racismo, violência ou fraudes contribui diretamente para ambiente de trabalho respeitoso, seguro e produtivo.

Background check reduz turnover?

Sim, contratações mais assertivas (evitando perfis de risco) reduzem rotatividade, problemas disciplinares e demissões por justa causa, economizando tempo e dinheiro.

Investir em background check vale a pena?

Absolutamente. Por R$ 3,33 você evita riscos milionários (processos, indenizações, danos reputacionais). O ROI (retorno sobre investimento) é imenso.

FlagCheck tem planos corporativos?

Sim, oferece planos para empresas com volume de consultas, com preços ainda mais acessíveis e funcionalidades corporativas (múltiplos usuários, relatórios, API).

Há desconto para muitas consultas no FlagCheck?

Sim, empresas que realizam grande volume de consultas podem negociar planos corporativos com descontos progressivos.

Como começar a usar FlagCheck?

Acesse app.flagcheck.com.br, faça cadastro gratuito, adicione créditos e comece a consultar. Primeira consulta leva menos de 2 minutos do cadastro ao resultado.

FlagCheck oferece teste grátis?

Consulte o site oficial ou suporte do FlagCheck para informações sobre eventuais promoções, créditos de teste ou garantias de satisfação.

Qual a diferença entre FlagCheck e outras plataformas?

FlagCheck é o mais barato (R$ 3,33), mais rápido (30s), mais completo (todos os tribunais) e mais simples de usar. Concorrentes cobram R$ 50-200 por consulta.

Posso usar FlagCheck para consultar processos próprios?

Sim, é excelente para autoconsulta. Você descobre processos em seu nome (inclusive erros ou homônimos), podendo tomar providências antes de processos seletivos ou negócios.