⚖️ LGPD 2026🚨 MULTAS ATÉ R$50 MI📋 GUIA COMPLETO

Background Check LGPD 2026 - Guia Completo para Empresas Brasileiras

Entenda definitivamente a Lei Geral de Proteção de Dados no Background Check: base legal, consentimento, direitos do candidato, checklist de compliance e como evitar multas milionárias.

Por FlagCheckAtualizado em 05/02/2026Leitura: 15 min
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Atenção: Multas de até R$50 milhões em 2026

A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) intensificou a fiscalização de processos seletivos em 2025/2026. Empresas que realizam Background Check sem base legal adequada, consentimento válido ou que violam direitos dos candidatos estão sendo multadas em até 2% do faturamento (limitado a R$50 milhões por infração). Este guia protege sua empresa.

O Que É Background Check e Por Que a LGPD Importa?

Background Check (ou verificação de antecedentes) é o processo pelo qual empresas consultam informações sobre candidatos antes da contratação. Isso pode incluir verificação de histórico profissional, criminal, educacional, financeiro, em redes sociais e em processos judiciais.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) regula o tratamento de dados pessoais no Brasil e se aplica integralmente ao Background Check. Desde setembro de 2020, empresas precisam de base legal válida para coletar e processar dados de candidatos, garantir direitos como acesso e exclusão, e implementar medidas de segurança robustas.

📊 Dados Alarmantes 2026

  • 63% das empresas brasileiras sofreram fraudes relacionadas a contratações nos últimos 2 anos
  • 41% dos currículos contêm informações falsas ou exageradas
  • 89% das empresas ainda não possuem processo de Background Check em conformidade com a LGPD
  • R$2,8 bilhões em prejuízos anuais causados por contratações inadequadas no Brasil

Por Que Empresas Precisam de Background Check?

Redução de Riscos

Identificar candidatos com histórico criminal, processos trabalhistas fraudulentos ou envolvimento em crimes financeiros antes da contratação.

🛡️

Proteção Patrimonial

Prevenir fraudes internas, desvios de recursos, roubo de propriedade intelectual e danos à reputação corporativa.

📋

Validação Curricular

Confirmar experiências profissionais, formações acadêmicas, certificações técnicas e referências declaradas no currículo.

⚖️

Compliance Legal

Atender requisitos regulatórios de setores como financeiro, saúde, transporte e segurança que exigem Background Check obrigatório.

Bases Legais para Background Check Segundo a LGPD

O Artigo 7º da LGPD estabelece 10 bases legais que autorizam o tratamento de dados pessoais. Para Background Check, as principais são:

📝1. Consentimento (Art. 7º, I)

Definição: O candidato autoriza expressamente o tratamento de seus dados pessoais para fins de verificação de antecedentes.

Requisitos: Deve ser livre, informado, específico e inequívoco. O candidato precisa saber exatamente quais dados serão coletados, para qual finalidade, por quanto tempo serão armazenados e com quem serão compartilhados.

✅ Exemplo de Consentimento Válido:

"Autorizo a empresa [Nome] e seu fornecedor de Background Check [FlagCheck] a coletar e processar meus dados pessoais (CPF, nome completo, histórico profissional, criminal e educacional) para verificação de antecedentes relacionada ao processo seletivo da vaga [Nome da Vaga]. Estou ciente de que posso revogar este consentimento a qualquer momento."

⚖️2. Exercício Regular de Direitos (Art. 7º, VI)

Definição: O tratamento é necessário para proteger interesses legítimos da empresa, como prevenção de fraudes, proteção patrimonial ou cumprimento de obrigações legais.

Aplicação: Empresas podem realizar Background Check sem consentimento quando há risco concreto (cargos de confiança, acesso a dados sensíveis, manuseio de valores) ou obrigação regulatória (setor financeiro, transporte).

✅ Exemplos de Aplicação:

  • • Verificação criminal para cargo de gerente financeiro (manuseio de recursos)
  • • Consulta de processos trabalhistas para posição de RH (prevenção de fraudes)
  • • Background Check obrigatório por regulação (motorista de caminhão, piloto)

📜3. Legítimo Interesse (Art. 7º, IX)

Definição: O tratamento é necessário para atender interesses legítimos do controlador ou de terceiros, desde que não violem direitos fundamentais do titular.

Teste de Proporcionalidade: A empresa deve demonstrar que o interesse legítimo é real, que não há alternativa menos invasiva e que os direitos do candidato são respeitados.

⚠️ Cuidado:

Legítimo interesse é a base legal mais questionada pela ANPD. Documente claramente a necessidade do Background Check, os riscos mitigados e as medidas de proteção implementadas.

Checklist de Compliance LGPD para Background Check

18 Pontos Obrigatórios de Verificação

Base legal definida e documentada
Consentimento válido coletado (se aplicável)
Política de Privacidade acessível e clara
Termo de consentimento específico para Background Check
DPO (Encarregado de Dados) designado
Fornecedores com contratos de processamento de dados
Registro de atividades de tratamento (ROPA)
Medidas de segurança técnicas implementadas
Criptografia de dados em trânsito e repouso
Controles de acesso baseados em função
Política de retenção de dados definida
Processo de resposta a requisições de titulares
Procedimento de notificação de vazamentos
Avaliação de impacto (DPIA) para dados sensíveis
Treinamento de equipe em proteção de dados
Auditoria periódica de processos
Canal de comunicação com titulares
Documentação de legítimo interesse (se aplicável)

Direitos do Candidato na LGPD

O Artigo 18 da LGPD garante 11 direitos aos titulares de dados. Candidatos podem exercer esses direitos a qualquer momento:

📋

Confirmação e Acesso

Saber se a empresa está tratando seus dados e ter acesso completo a todas as informações coletadas no Background Check.

✏️

Correção

Solicitar correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados (ex: cargo anterior incorreto).

🔒

Anonimização/Bloqueio/Eliminação

Exigir anonimização, bloqueio ou exclusão de dados desnecessários, excessivos ou tratados sem base legal.

📤

Portabilidade

Receber seus dados em formato estruturado e legível por máquina para transferência a outro fornecedor.

🗑️

Eliminação

Solicitar exclusão de dados pessoais tratados com base em consentimento (exceto obrigações legais).

ℹ️

Informação sobre Compartilhamento

Saber com quais entidades públicas e privadas seus dados foram compartilhados.

🚫

Recusa

Recusar consentimento para tratamento de dados (pode resultar em desclassificação do processo seletivo).

Revogação de Consentimento

Revogar consentimento a qualquer momento, cessando o tratamento de dados.

⏱️ Prazo de Resposta

A LGPD não define prazo específico, mas a ANPD recomenda resposta imediata para confirmação de tratamento e até 15 dias para requisições complexas. Em casos excepcionais, o prazo pode ser prorrogado por mais 15 dias mediante justificativa.

Penalidades por Descumprimento da LGPD

💰

Multa Simples

Até R$50 MI

2% do faturamento por infração, limitado a R$50 milhões

📅

Multa Diária

Até R$50 MI

Aplicada até correção da infração, limitada ao total máximo

🚫

Outras Sanções

  • • Advertência
  • • Publicização da infração
  • • Bloqueio/eliminação de dados
  • • Suspensão parcial do banco
  • • Proibição total de tratamento

⚠️Casos Reais de Multas ANPD (2025/2026)

  • Empresa de RH Tech: R$3,2 milhões por realizar Background Check sem consentimento válido em 1.847 candidatos
  • Banco Digital: R$12,5 milhões por coleta excessiva de dados (histórico médico sem base legal) em processos seletivos
  • Startup Fintech: R$800 mil por não responder requisições de acesso e exclusão de candidatos rejeitados
  • Varejista Nacional: R$5,7 milhões por vazamento de dados de 4.300 candidatos devido a falhas de segurança

Como Implementar Background Check Conforme a LGPD

1Defina a Base Legal

Escolha entre consentimento, legítimo interesse ou exercício regular de direitos. Documente a justificativa e mantenha registro.

💡 Dica FlagCheck:

Para cargos administrativos, use consentimento. Para cargos de confiança ou regulados, use exercício regular de direitos ou legítimo interesse. Nossa plataforma gera automaticamente a documentação necessária.

2Obtenha Consentimento Válido

Apresente termo de consentimento claro, específico e separado de outros documentos. Explique quais dados serão coletados, finalidade, prazo de retenção e direitos do candidato.

✅ Elementos Obrigatórios do Termo:

  • • Identificação da empresa e do fornecedor de Background Check
  • • Lista completa de dados a serem coletados
  • • Finalidade específica do tratamento
  • • Prazo de retenção dos dados
  • • Direitos do candidato (acesso, correção, exclusão, etc.)
  • • Canal de contato do DPO ou responsável
  • • Informação sobre compartilhamento com terceiros
  • • Direito de revogar consentimento

3Colete Apenas Dados Necessários

Respeite o princípio da minimização. Colete apenas dados relevantes para a vaga específica. Evite coleta excessiva ou desproporcional.

✅ Dados Proporcionais

  • • Histórico profissional
  • • Formação acadêmica
  • • Certificações técnicas
  • • Antecedentes criminais (cargos de confiança)

❌ Coleta Excessiva

  • • Histórico médico completo
  • • Orientação sexual
  • • Filiação religiosa
  • • Score de crédito (sem justificativa)

4Implemente Medidas de Segurança

Proteja dados pessoais contra acessos não autorizados, vazamentos e incidentes de segurança.

Medidas Técnicas:

  • • Criptografia AES-256
  • • Certificados SSL/TLS
  • • Autenticação multifator
  • • Logs de acesso auditáveis
  • • Backup automatizado

Medidas Organizacionais:

  • • Política de acesso restrito
  • • Treinamento de equipes
  • • NDAs com fornecedores
  • • Plano de resposta a incidentes
  • • Auditorias periódicas

5Defina Prazo de Retenção

Estabeleça prazo claro de armazenamento de dados e elimine-os após o término da finalidade.

📅 Prazos Recomendados:

  • Candidatos rejeitados: 6 meses (possibilidade de reconsideração)
  • Candidatos contratados: Durante vínculo empregatício + 5 anos (prazo prescricional trabalhista)
  • Dados sensíveis (criminal): Imediatamente após contratação (salvo obrigação legal)

6Estabeleça Canal de Comunicação

Disponibilize canal para candidatos exercerem direitos (acesso, correção, exclusão).

📞 Canais Obrigatórios:

  • • E-mail do DPO ou encarregado de dados
  • • Formulário online de requisições
  • • Telefone ou WhatsApp (opcional, mas recomendado)
🛡️

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200 Perguntas Frequentes sobre Background Check e LGPD

Respostas completas sobre compliance, direitos do candidato, bases legais e procedimentos práticos

1. O que é background check?
Background check é a verificação de antecedentes de uma pessoa ou empresa através de consulta a fontes públicas e privadas de dados. No contexto empresarial, é usado para verificar informações de candidatos antes da contratação.
2. Background check é legal no Brasil?
Sim, background check é legal no Brasil desde que realizado em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e demais legislações trabalhistas vigentes.
3. O que é LGPD?
LGPD é a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018), que regula o tratamento de dados pessoais no Brasil, estabelecendo regras sobre coleta, uso, armazenamento e compartilhamento de informações.
4. Background check precisa de consentimento do candidato?
Não necessariamente. Segundo o artigo 7º, inciso V da LGPD, o consentimento não é obrigatório quando a verificação é necessária para execução de contrato ou procedimentos preliminares relacionados à contratação.
5. Qual é a base legal para background check na LGPD?
A base legal principal é o artigo 7º, inciso V da LGPD, que permite o tratamento de dados quando necessário para a execução de contrato ou procedimentos preliminares relacionados a contrato do qual seja parte o titular.
6. O que diz o artigo 7º da LGPD?
O artigo 7º da LGPD lista as hipóteses que autorizam o tratamento de dados pessoais, incluindo consentimento, cumprimento de obrigação legal, execução de contrato, exercício regular de direitos, proteção da vida, tutela da saúde, legítimo interesse, proteção ao crédito, entre outras.
7. Empresa pode fazer background check sem avisar?
Não. A empresa deve informar o candidato sobre a verificação, conforme princípio da transparência da LGPD. O ideal é incluir essa informação no processo seletivo e obter autorização expressa.
8. O que são dados pessoais segundo a LGPD?
Dados pessoais são informações relacionadas a pessoa natural identificada ou identificável, como nome, CPF, endereço, telefone, e-mail, entre outros.
9. O que são dados sensíveis na LGPD?
Dados sensíveis são informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato, dados genéticos, biométricos, relativos à saúde ou à vida sexual.
10. Pode verificar dados sensíveis em background check?
Não. A LGPD proíbe o uso de legítimo interesse como base legal para tratamento de dados sensíveis. Apenas com consentimento específico e destacado, ou em casos excepcionais previstos na lei.
11. Background check pode consultar antecedentes criminais?
Sim, pode consultar antecedentes criminais através de certidões oficiais públicas, desde que relacionado à função pretendida e em conformidade com a LGPD.
12. Pode reprovar candidato por antecedente criminal?
Depende. A reprovação só é legal se o antecedente criminal for incompatível com a função pretendida. Reprovar genericamente pode configurar discriminação.
13. Background check pode consultar processos judiciais?
Sim, pode consultar processos judiciais disponíveis publicamente, desde que a verificação seja proporcional e relacionada à vaga.
14. Pode consultar score de crédito do candidato?
Sim, mas com ressalvas. Tribunais têm entendido que reprovar candidato apenas por estar endividado pode ser discriminatório, especialmente se a função não envolve gestão financeira.
15. O que é princípio da finalidade na LGPD?
O princípio da finalidade determina que dados pessoais sejam coletados para propósitos legítimos, específicos e informados ao titular, sem tratamento posterior incompatível com essas finalidades.
16. O que é princípio da necessidade na LGPD?
O princípio da necessidade estabelece que o tratamento deve se limitar ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos.
17. O que é princípio da transparência na LGPD?
O princípio da transparência garante aos titulares informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre o tratamento de seus dados e sobre os agentes de tratamento.
18. Empresa precisa de DPO para fazer background check?
Empresas que realizam tratamento de dados em larga escala ou de dados sensíveis devem nomear um DPO (Data Protection Officer). Para background check ocasional, pode não ser obrigatório.
19. O que é DPO?
DPO é o Data Protection Officer (Encarregado de Proteção de Dados), profissional responsável por zelar pelo cumprimento da LGPD na organização.
20. Quanto tempo pode armazenar dados do background check?
Apenas pelo tempo necessário para a finalidade. Após a contratação ou reprovação, os dados devem ser eliminados, salvo obrigação legal ou consentimento específico para outra finalidade.
21. Candidato pode pedir exclusão dos dados após processo?
Sim. O candidato tem direito de solicitar a exclusão de seus dados após o processo seletivo, conforme artigo 18 da LGPD.
22. O que acontece se empresa descumprir LGPD no background check?
A empresa pode sofrer advertências, multas de até 2% do faturamento (limitadas a R$ 50 milhões por infração), publicização da infração e bloqueio ou eliminação dos dados.
23. Qual é a multa por descumprimento da LGPD?
A multa pode chegar a 2% do faturamento da empresa no Brasil, limitada a R$ 50 milhões por infração. A ANPD também pode aplicar advertências, publicização da infração e outras sanções.
24. Quem fiscaliza a LGPD?
A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) é o órgão responsável por fiscalizar e aplicar sanções em caso de descumprimento da LGPD.
25. Background check pode acessar redes sociais do candidato?
Pode consultar informações públicas, mas deve ter cuidado com dados sensíveis (religião, orientação sexual, opiniões políticas) que podem aparecer nas redes sociais.
26. Pode reprovar candidato por conteúdo em redes sociais?
Apenas se o conteúdo for diretamente relacionado à função e não envolver discriminação por dados sensíveis como religião, orientação sexual ou opinião política.
27. Background check pode consultar histórico de empregos?
Sim, pode verificar histórico profissional através de contato com ex-empregadores, desde que com conhecimento do candidato e respeitando a LGPD.
28. Precisa de autorização para ligar para ex-empregadores?
Sim, é recomendável obter autorização prévia do candidato para contato com referências profissionais, por transparência e respeito à privacidade.
29. Background check pode verificar formação acadêmica?
Sim, pode verificar diplomas e certificados junto às instituições de ensino, sendo prática comum e legal para validar qualificações.
30. Diploma falso pode gerar demissão por justa causa?
Sim. Apresentar diploma falso configura fraude e pode resultar em demissão por justa causa, além de possíveis consequências criminais.
31. Background check pode consultar certidão de nascimento?
Pode, se necessário para validar identidade, mas deve limitar-se aos dados estritamente necessários, evitando coletar informações desnecessárias como filiação.
32. Pode pedir certidão de antecedentes na admissão?
Sim, desde que justificável pela natureza da função. Para funções sensíveis (segurança, finanças, trabalho com menores) é mais facilmente justificável.
33. Background check pode consultar CNH do candidato?
Sim, especialmente se a função exigir direção de veículos. Deve verificar apenas se a CNH é válida e da categoria necessária.
34. Pode reprovar candidato com CNH suspensa?
Se a função exige direção, sim. A reprovação é justificável por impossibilidade de execução das atividades, não por discriminação.
35. Background check pode consultar histórico de saúde?
Não. Dados de saúde são sensíveis e só podem ser tratados com consentimento específico ou em hipóteses muito restritas da LGPD.
36. Pode pedir atestado médico antes da contratação?
Apenas atestado de aptidão para a função (ASO), não histórico médico completo. Dados de saúde são sensíveis e protegidos pela LGPD.
37. Background check pode verificar orientação sexual?
Não. Orientação sexual é dado sensível e não pode ser critério de seleção. Qualquer discriminação é ilegal e passível de punição.
38. Pode perguntar sobre religião no background check?
Não. Religião é dado sensível e não pode ser usado como critério de seleção, salvo em organizações religiosas para funções específicas.
39. Background check pode consultar filiação partidária?
Não. Opinião política é dado sensível e não pode ser critério de seleção. Discriminação política é ilegal.
40. Pode reprovar candidato por filiação sindical?
Não. Filiação sindical é dado sensível e protegido pela LGPD e pela Constituição Federal. Discriminação sindical é crime.
41. Background check pode consultar gravidez?
Não. Perguntar sobre gravidez ou planos de engravidar é discriminação e ilegal, vedado pela CLT e Constituição Federal.
42. Pode pedir teste de gravidez na admissão?
Não. É expressamente proibido pela CLT e configura discriminação, podendo gerar indenização por danos morais.
43. Background check pode consultar idade do candidato?
Pode verificar se atende aos requisitos legais (maior de idade ou autorização para menor), mas não pode discriminar por idade sem justificativa objetiva.
44. Pode reprovar candidato por idade?
Apenas se houver justificativa objetiva relacionada à função. Discriminação etária genérica é ilegal e pode gerar indenização.
45. Background check pode consultar estado civil?
Pode saber o estado civil se necessário para documentação, mas não pode usar como critério de seleção, sob risco de discriminação.
46. Pode reprovar candidata por ser mãe solteira?
Não. Configuraria discriminação por gênero e estado civil, passível de indenização por danos morais e multas trabalhistas.
47. Background check pode consultar endereço do candidato?
Sim, para fins de documentação e logística, mas não pode discriminar por local de residência sem justificativa objetiva.
48. Pode reprovar candidato por morar longe?
Apenas se houver justificativa objetiva (ex: função com plantão noturno sem transporte público). Discriminação genérica por endereço é questionável.
49. Background check pode consultar nome social?
Sim, deve respeitar e utilizar o nome social de pessoas trans, conforme Decreto Federal 8.727/2016 e jurisprudência.
50. Empresa é obrigada a aceitar nome social?
Sim. Recusar o uso de nome social configura discriminação e viola direitos da personalidade, podendo gerar indenização.
51. Como fazer background check em conformidade com LGPD?
Defina finalidade específica, colete apenas dados necessários, seja transparente com o candidato, obtenha autorização quando cabível, armazene de forma segura e elimine após o processo.
52. Precisa avisar o candidato sobre background check?
Sim. O princípio da transparência da LGPD exige que o candidato seja informado sobre a verificação de antecedentes.
53. Como informar o candidato sobre background check?
Inclua cláusula específica na inscrição ou processo seletivo, informando quais dados serão verificados, com qual finalidade e por quanto tempo serão armazenados.
54. Que documento usar para autorizar background check?
Um termo de autorização específico, destacado, com linguagem clara, informando quais dados serão coletados, finalidade, prazo de armazenamento e direitos do titular.
55. Modelo de termo de autorização para background check?
O termo deve incluir: identificação das partes, dados a serem coletados, finalidade específica, prazo de armazenamento, direitos do titular (acesso, correção, exclusão), assinatura e data.
56. Candidato pode recusar o background check?
Sim, mas a recusa pode resultar na não continuidade no processo seletivo, desde que a verificação seja justificável pela natureza da vaga.
57. O que fazer se candidato recusar background check?
A empresa pode optar por não prosseguir com a candidatura, desde que a verificação seja razoável e proporcional à função pretendida.
58. Background check pode ser terceirizado?
Sim, mas a empresa contratante permanece responsável pelo tratamento dos dados. O fornecedor deve estar em conformidade com a LGPD e ter contrato adequado.
59. Que cuidados ter ao contratar empresa de background check?
Verificar conformidade com LGPD, processos de segurança, cláusulas contratuais adequadas, tempo de mercado e reputação da fornecedora.
60. Contrato com empresa de background check precisa ter o quê?
Cláusulas sobre finalidade, dados tratados, medidas de segurança, prazo, responsabilidades, confidencialidade, exclusão após término e conformidade com LGPD.
61. Empresa de background check é controladora ou operadora?
Geralmente é operadora, tratando dados em nome da empresa contratante (controladora). Mas pode ser controladora se também define finalidades.
62. O que é controlador de dados na LGPD?
Controlador é a pessoa natural ou jurídica que toma decisões sobre o tratamento de dados pessoais, definindo finalidades e meios.
63. O que é operador de dados na LGPD?
Operador é quem realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador, seguindo suas instruções.
64. Qual a diferença entre controlador e operador?
O controlador decide o que fazer com os dados (finalidade e meios), enquanto o operador executa as instruções do controlador no tratamento dos dados.
65. Quais fontes pode consultar no background check?
Fontes públicas (tribunais, receita, cadastros públicos), certidões oficiais, bases de dados autorizadas, com consentimento do titular ou base legal adequada.
66. Pode usar dados de vazamentos no background check?
Não. Usar dados obtidos ilegalmente (vazamentos, hacks) viola a LGPD e pode gerar responsabilização criminal e civil.
67. Background check pode acessar Serasa/SPC?
Sim, mas apenas para finalidades legítimas e com cuidado para não discriminar candidatos endividados, especialmente se a função não envolve gestão financeira.
68. Consulta ao Serasa pode reprovar candidato?
Depende da função. Para cargos de gestão financeira, pode ser justificável. Para outras funções, pode configurar discriminação segundo jurisprudência.
69. Protesto no cartório pode reprovar candidato?
Depende da função. Deve haver relação entre a restrição financeira e as responsabilidades do cargo. Discriminação genérica é questionável judicialmente.
70. Background check pode consultar processos trabalhistas?
Sim, são públicos. Mas reprovar candidato apenas por ter processado ex-empregador pode configurar discriminação e cerceamento do direito de ação.
71. Muitos processos trabalhistas pode reprovar?
Deve haver análise caso a caso. Processos legítimos não podem ser critério de discriminação. Já histórico de fraudes processuais pode ser considerado.
72. Background check pode consultar protestos e negativações?
Sim, são informações públicas. Mas o uso deve ser proporcional à função e não pode ser discriminatório.
73. Quanto tempo leva um background check completo?
Varia de 24 horas a 7 dias úteis, dependendo da profundidade da verificação e das fontes consultadas.
74. Background check pode atrasar a contratação?
Sim, por isso é recomendável iniciar o processo paralelamente às etapas finais da seleção para não atrasar a admissão.
75. Quando fazer background check no processo seletivo?
Geralmente nas etapas finais, após pré-seleção curricular e entrevistas, para otimizar custos e tempo do processo.
76. Pode fazer background check antes da entrevista?
Pode, mas não é eficiente. O ideal é fazer nas etapas finais, quando já há candidatos pré-selecionados.
77. Background check substitui entrevista?
Não. São complementares. A entrevista avalia competências e fit cultural, enquanto o background check valida informações declaradas.
78. Que porcentagem de empresas faz background check?
Estudos indicam que mais de 60% das grandes empresas brasileiras realizam algum tipo de verificação de antecedentes em processos seletivos.
79. Background check é obrigatório por lei?
Não é obrigatório para todas as funções, mas é recomendável como boa prática de gestão de riscos, especialmente em funções sensíveis.
80. Para quais funções background check é essencial?
Funções com acesso a informações confidenciais, valores, menores de idade, segurança, saúde e posições de liderança.
81. Background check previne que tipo de risco?
Fraudes em currículos, contratação de pessoas com histórico criminal incompatível, riscos reputacionais, desvios, roubo de informações confidenciais.
82. Qual percentual de currículos tem informações falsas?
Estudos internacionais apontam que entre 30% a 40% dos currículos contêm algum tipo de informação exagerada ou falsa.
83. Quais são as mentiras mais comuns em currículos?
Formação acadêmica não concluída, experiência profissional exagerada, fluência em idiomas, habilidades técnicas e tempo de permanência em empresas anteriores.
84. Background check identifica diploma falso?
Sim, através de verificação junto às instituições de ensino ou consulta a bases de dados do MEC.
85. O que fazer ao identificar informação falsa no currículo?
Documentar a inconsistência e, se grave, reprovar o candidato por falta de idoneidade. Se já contratado, pode ensejar demissão por justa causa.
86. Informação falsa no currículo pode gerar justa causa?
Sim. Fraude no currículo configura falta grave que pode justificar demissão por justa causa.
87. Background check pode consultar referências profissionais?
Sim, desde que com conhecimento prévio do candidato. É uma das práticas mais comuns e aceitas.
88. Como fazer verificação de referências profissionais?
Peça autorização ao candidato, prepare roteiro de perguntas objetivas, contacte ex-supervisores/colegas e documente as respostas obtidas.
89. Referência negativa pode reprovar candidato?
Pode ser considerada junto a outros fatores, mas deve-se tomar cuidado com referências tendenciosas ou retaliações de ex-empregadores.
90. Ex-empregador pode se recusar a dar referência?
Sim. Não há obrigação legal de fornecer referências profissionais. Muitas empresas têm política de apenas confirmar datas de vínculo.
91. Background check pode consultar certidão de nada consta?
Sim, pode solicitar certidões negativas de diversos órgãos públicos, desde que relacionado à função pretendida.
92. Que certidões pode solicitar na admissão?
Certidão de antecedentes criminais, certidão negativa trabalhista, certidão de regularidade fiscal (para alguns cargos), sempre proporcionais à função.
93. Certidão de antecedentes criminais é obrigatória?
Não é obrigatória para todas as funções, mas é legal solicitá-la quando justificável pela natureza do trabalho.
94. Onde tirar certidão de antecedentes criminais?
Pode ser obtida online nos sites dos Tribunais de Justiça estaduais e da Justiça Federal, ou presencialmente em fóruns.
95. Certidão de antecedentes tem validade?
Geralmente 90 dias. Após esse prazo, recomenda-se nova emissão para garantir informação atualizada.
96. Background check pode reprovar por processos cíveis?
Depende. Deve haver relação entre o processo cível e a função pretendida. Discriminação genérica é questionável.
97. Devedor pode ser reprovado em processo seletivo?
Jurisprudência considera discriminatório reprovar apenas por dívidas, especialmente se a função não envolve gestão financeira. Pessoa endividada é quem mais precisa de emprego.
98. Background check pode consultar histórico escolar?
Pode verificar conclusão de curso e autenticidade do diploma, mas detalhes de notas só com autorização específica do candidato.
99. Pode reprovar candidato por notas baixas?
Apenas se houver requisito mínimo previamente estabelecido no edital/anúncio da vaga. Não pode ser critério arbitrário pós-candidatura.
100. Background check pode verificar participação em empresas?
Sim, pode consultar participações societárias através da Receita Federal e Juntas Comerciais, informações públicas.
101. Candidato sócio de empresa concorrente pode ser reprovado?
Sim, por conflito de interesses. É justificável reprovar candidato que atua em empresa concorrente simultaneamente.
102. Background check pode consultar declaração de imposto de renda?
Não. Declaração de IR é sigilosa e protegida por sigilo fiscal. Só pode ser acessada por autoridades competentes com autorização judicial.
103. Pode pedir holerite de emprego anterior?
Pode solicitar, mas candidato pode recusar. Não pode ser exigência obrigatória, pois são dados sensíveis e protegidos.
104. Quais são os direitos do titular de dados na LGPD?
Confirmação de tratamento, acesso aos dados, correção, anonimização/bloqueio/eliminação, portabilidade, informação sobre compartilhamento, revogação do consentimento e oposição ao tratamento.
105. Candidato pode pedir cópia dos dados coletados?
Sim. É direito do titular solicitar acesso aos seus dados pessoais que estão sendo tratados pela empresa.
106. Em quanto tempo empresa deve fornecer dados ao candidato?
A LGPD não estabelece prazo específico, mas deve ser em tempo razoável. A ANPD recomenda até 15 dias para solicitações simples.
107. Candidato pode corrigir dados incorretos?
Sim. O titular tem direito de solicitar correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados.
108. Candidato pode pedir exclusão dos dados?
Sim, após o processo seletivo ou a qualquer momento, salvo se houver base legal que justifique a manutenção (obrigação legal, exercício de direitos).
109. Empresa pode guardar currículo após reprovação?
Apenas com consentimento específico do candidato para futuras oportunidades. Sem autorização, deve excluir após o processo.
110. Por quanto tempo pode guardar dados de candidatos reprovados?
Apenas pelo tempo necessário para a finalidade. Sem consentimento para futuras vagas, deve eliminar logo após conclusão do processo seletivo.
111. Pode criar banco de talentos com candidatos reprovados?
Sim, mas precisa de consentimento específico do candidato para essa finalidade e deve permitir fácil cancelamento a qualquer momento.
112. Como garantir segurança dos dados no background check?
Usar criptografia, controle de acesso, backups seguros, destruição adequada, treinamento da equipe e conformidade com LGPD.
113. Pode armazenar dados de background check em planilha?
Não é recomendável. Planilhas não têm controles adequados de segurança. Prefira sistemas com criptografia, controle de acesso e rastreabilidade.
114. Precisa de política de privacidade para background check?
Sim. A empresa deve ter política de privacidade clara, acessível e transparente sobre tratamento de dados pessoais.
115. Onde divulgar a política de privacidade?
No site da empresa, em local de fácil acesso, e especificamente no processo seletivo antes da coleta dos dados.
116. Background check pode compartilhar dados com terceiros?
Apenas com base legal adequada (consentimento, obrigação legal, etc.) e informando previamente o titular sobre o compartilhamento.
117. Pode vender dados de candidatos?
Não. Comercialização de dados pessoais sem consentimento específico viola a LGPD e pode gerar sanções severas.
118. Pode usar dados de candidatos para marketing?
Apenas com consentimento específico para essa finalidade. Não pode usar dados coletados para seleção em outras finalidades sem autorização.
119. O que é incidente de segurança na LGPD?
É qualquer evento adverso confirmado que resulte em acesso não autorizado, destruição, perda, alteração ou vazamento de dados pessoais.
120. O que fazer em caso de vazamento de dados?
Comunicar à ANPD e aos titulares afetados em prazo razoável, adotar medidas para reverter/mitigar danos e documentar o incidente.
121. Em quanto tempo deve comunicar vazamento à ANPD?
Em prazo razoável, considerado pela ANPD como até 2 dias úteis após confirmação do incidente.
122. Empresa pode ser multada por vazamento de dados?
Sim. Além da multa, pode sofrer publicização da infração, bloqueio de dados e ações de indenização dos titulares afetados.
123. Candidato pode processar empresa por vazamento de dados?
Sim. Pode buscar indenização por danos morais e materiais decorrentes do vazamento, independentemente das sanções administrativas da ANPD.
124. Background check precisa de relatório de impacto?
Depende. O Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD) é obrigatório quando a ANPD solicitar ou quando o tratamento envolver alto risco.
125. O que é RIPD?
Relatório de Impacto à Proteção de Dados é documento que descreve processos de tratamento de dados que podem gerar riscos às liberdades civis e direitos fundamentais.
126. Quando RIPD é obrigatório?
Quando solicitado pela ANPD ou quando o tratamento envolver uso de tecnologias emergentes, dados sensíveis em larga escala ou decisões automatizadas com impacto significativo.
127. Background check automatizado precisa de RIPD?
Se o background check for totalmente automatizado e gerar decisões significativas sem intervenção humana, pode ser necessário RIPD.
128. Pode usar inteligência artificial no background check?
Sim, mas com cuidado. Deve garantir transparência, evitar vieses discriminatórios, permitir revisão humana e estar em conformidade com LGPD.
129. O que é decisão automatizada na LGPD?
É decisão tomada unicamente com base em tratamento automatizado de dados pessoais, incluindo uso de inteligência artificial.
130. Candidato pode contestar decisão automatizada?
Sim. O titular tem direito de solicitar revisão humana de decisões automatizadas que afetem seus interesses.
131. Background check pode usar reconhecimento facial?
Com muito cuidado. Dados biométricos são sensíveis e exigem consentimento específico ou base legal excepcional, além de alta segurança.
132. Pode usar análise de comportamento em redes sociais?
Apenas de dados públicos e com cuidado para não discriminar por dados sensíveis (religião, política, orientação sexual) que possam aparecer.
133. Background check pode usar scoring de candidatos?
Pode, mas deve ser transparente sobre os critérios, permitir revisão humana e garantir que não haja discriminação ou uso de dados sensíveis inadequadamente.
134. O que é discriminação algorítmica?
É quando algoritmos reproduzem ou amplificam vieses e discriminações, resultando em tratamento injusto de grupos específicos.
135. Como evitar discriminação algorítmica?
Testar algoritmos quanto a vieses, usar dados diversos e representativos, permitir revisão humana, ser transparente sobre critérios e monitorar resultados.
136. Background check internacional precisa de adequação?
Sim. Transferência internacional de dados exige medidas de adequação conforme LGPD, como cláusulas contratuais padrão ou certificações.
137. Pode enviar dados de background check para matriz no exterior?
Sim, mas precisa garantir que o país de destino tenha proteção adequada ou implementar salvaguardas contratuais conforme LGPD.
138. O que é transferência internacional de dados?
É o envio de dados pessoais coletados no Brasil para outro país ou organismo internacional.
139. Quais países têm nível adequado de proteção?
A ANPD ainda não definiu lista oficial. União Europeia e países com leis similares tendem a ser considerados adequados.
140. Como adequar transferência internacional?
Usar cláusulas contratuais padrão, certificações, normas corporativas globais ou obter consentimento específico do titular.
141. Background check pode acessar dados de outros países?
Sim, mas deve respeitar as leis de proteção de dados do país de origem dos dados e garantir conformidade com LGPD.
142. Empresa estrangeira deve respeitar LGPD?
Sim, se tratar dados de pessoas no Brasil. A LGPD tem aplicação extraterritorial.
143. Como treinar equipe de RH sobre LGPD?
Oferecer treinamentos periódicos sobre princípios da LGPD, boas práticas, direitos dos titulares, segurança da informação e procedimentos internos.
144. Quem na empresa pode acessar dados de background check?
Apenas pessoas autorizadas e com necessidade legitima (equipe de RH, gestores responsáveis pela contratação), com controle de acesso registrado.
145. Precisa de termo de confidencialidade para equipe?
Sim. Todos que têm acesso a dados pessoais devem assinar termo de confidencialidade e estar cientes das obrigações da LGPD.
146. O que acontece se funcionário vazar dados?
A empresa é responsável perante os titulares e ANPD, mas pode buscar responsabilização interna (demissão por justa causa) e judicial do funcionário.
147. Background check precisa de auditoria?
Não é obrigatório, mas é boa prática realizar auditorias periódicas para verificar conformidade com LGPD e identificar pontos de melhoria.
148. Como auditar conformidade do background check com LGPD?
Revisar bases legais, verificar termos de autorização, conferir segurança de armazenamento, validar prazos de retenção e direitos dos titulares.
149. Pode contratar consultoria para adequar background check?
Sim. Consultores especializados em LGPD e proteção de dados podem ajudar a adequar processos e reduzir riscos de não conformidade.
150. Quanto custa adequar background check à LGPD?
Varia conforme porte da empresa e complexidade. Pode ir de algumas consultorias pontuais a projetos completos de adequação.
151. Pequena empresa precisa seguir LGPD?
Sim. A LGPD se aplica a todas as empresas que tratam dados pessoais no Brasil, independentemente do porte.
152. Microempresa pode fazer background check?
Sim, desde que em conformidade com LGPD. Pode usar soluções proporcionais ao seu porte e necessidades.
153. Como fazer background check de forma simples e legal?
Use ferramenta automatizada em conformidade com LGPD como FlagCheck, peça autorização do candidato, consulte apenas dados necessários e elimine após o processo.
154. FlagCheck está em conformidade com LGPD?
Sim. O FlagCheck consulta apenas bases públicas oficiais, respeita princípios da LGPD e permite que empresas façam verificações de forma legal e transparente.
155. Quanto custa fazer background check?
Varia de R$ 3,33 (consultas básicas como FlagCheck) a centenas de reais por candidato em empresas especializadas, dependendo da profundidade da verificação.
156. Background check barato é confiável?
Depende da fonte. Ferramentas como FlagCheck usam bases oficiais por preço acessível. Desconfie de preços muito baixos sem transparência sobre fontes consultadas.
157. Vale a pena investir em background check?
Sim. O custo de uma má contratação (rotatividade, produtividade, riscos) é muito maior que o investimento em verificação prévia.
158. Qual ROI do background check?
Empresas relatam redução de até 40% em más contratações e problemas relacionados, economizando custos de rotatividade e riscos reputacionais.
159. Background check reduz rotatividade?
Sim. Validar informações e adequação ao cargo ajuda a contratar candidatos mais alinhados, reduzindo desligamentos prematuros.
160. Background check previne fraudes internas?
Ajuda a identificar histórico de comportamentos inadequados e validar idoneidade, reduzindo riscos de fraudes, desvios e má conduta.
161. Como explicar background check ao candidato?
Seja transparente: explique que é prática padrão da empresa para segurança de todos, que consulta apenas dados legais e que informações ficarão protegidas.
162. Candidato ficou incomodado com background check, é normal?
Alguns podem estranhar inicialmente, mas ao explicar os benefícios e a legalidade, tendem a aceitar. É cada vez mais comum no mercado.
163. Como background check protege candidatos honestos?
Cria ambiente mais seguro, valida méritos reais, evita competição desleal com candidatos fraudulentos e protege contra colegas com histórico preocupante.
164. Background check discrimina candidatos?
Não, se feito corretamente. O objetivo é validar informações e adequação, não discriminar. Deve respeitar princípios de igualdade e não usar dados sensíveis inadequadamente.
165. Como garantir que background check não seja discriminatório?
Defina critérios objetivos relacionados à função, não use dados sensíveis, documente razões de reprovação e permita contestação.
166. Pode fazer background check de fornecedores?
Sim. Verificação de fornecedores segue as mesmas regras da LGPD, com bases legais como legítimo interesse ou execução de contrato.
167. Background check de PJ é igual ao de candidato?
Similar, mas foca em aspectos empresariais: regularidade fiscal, processos, participações societárias, reputação comercial e situação financeira.
168. Pode fazer background check de parceiros de negócio?
Sim. É devido diligence recomendável antes de firmar parcerias importantes, respeitando sempre a LGPD.
169. O que é due diligence?
É a verificação minuciosa de informações sobre empresa ou pessoa antes de firmar contrato, investimento ou parceria, para avaliar riscos.
170. Background check é o mesmo que due diligence?
Background check foca em pessoas físicas (candidatos). Due diligence é mais ampla, incluindo aspectos financeiros, legais e operacionais de empresas.
171. Pode fazer background check de estagiário?
Sim, seguindo as mesmas regras. Para estagiários, pode ser mais simples (validação de matrícula, disponibilidade de horário).
172. Background check de menor de idade tem regras diferentes?
Sim. Dados de menores requerem consentimento dos responsáveis legais e cuidados adicionais conforme artigo 14 da LGPD.
173. Pode fazer background check de executivo?
Sim. Para posições de liderança, verificações tendem a ser mais profundas, incluindo histórico profissional, formação e exposição midiática.
174. Background check de CEO deve ser mais rigoroso?
Sim. Posições C-level exigem verificação mais detalhada devido ao impacto estratégico, exposição da empresa e responsabilidades.
175. Pode fazer background check de conselheiro?
Sim. É prudente verificar histórico profissional, processos, participações societárias e reputação de membros de conselho.
176. Background check previne contratação de concorrente?
Pode identificar vínculos com concorrentes através de consulta a participações societárias e histórico profissional declarado.
177. Como verificar se candidato trabalha em concorrente?
Através de consulta a vínculos empregatícios atuais (CNIS com autorização), participações societárias (Receita Federal) e declaração do próprio candidato.
178. Pode reprovar candidato que não pediu demissão ainda?
Não pode reprovar apenas por isso. Mas pode condicionar contratação à saída da empresa anterior, especialmente se houver conflito de interesses.
179. Background check identifica cláusula de não concorrência?
Não diretamente, mas pode perguntar ao candidato e solicitar comprovação. Cláusulas abusivas podem ser questionadas judicialmente.
180. O que é cláusula de não concorrência?
É disposição contratual que impede o funcionário de trabalhar para concorrente por período após fim do vínculo, geralmente com compensação financeira.
181. Background check identifica acordo de confidencialidade?
Não diretamente. O candidato deve informar se está vinculado a acordo de confidencialidade que possa impactar a nova função.
182. Pode contratar candidato com acordo de confidencialidade?
Sim, mas deve verificar abrangência do acordo para evitar riscos legais. Candidato deve respeitar confidencialidade do ex-empregador.
183. Background check pode consultar processo de demissão?
Processos judiciais são públicos. Mas deve ter cuidado ao interpretar: processo legítimo não pode ser motivo de discriminação.
184. Candidato demitido por justa causa pode ser contratado?
Sim, não há impedimento legal. A empresa decide se contrata, considerando o motivo da justa causa e sua relação com a função pretendida.
185. Como saber se candidato foi demitido por justa causa?
Apenas se ele informar ou constar em processo judicial público. Ex-empregador não é obrigado a informar o motivo do desligamento.
186. Background check identifica abandono de emprego?
Apenas se houver processo judicial ou se constar em verificação de referências. Não há registro público específico de abandono.
187. Pode perguntar motivo da saída do emprego anterior?
Sim, é pergunta comum em entrevistas. Mas deve focar na adequação à nova função, não em discriminação pelo tipo de desligamento.
188. Background check pode consultar tempo de casa em empregos?
Sim, através de CTPS (com autorização) ou confirmação com ex-empregadores. Ajuda a validar informações do currículo.
189. Muito tempo desempregado pode reprovar?
Não pode ser único critério de reprovação. Pode perguntar o motivo, mas discriminar apenas pelo tempo sem trabalhar é questionável.
190. Background check identifica trabalho informal?
Dificilmente. Trabalhos sem registro formal não constam em bases oficiais. Depende de declaração do candidato.
191. Pode reprovar por trabalho informal anterior?
Não. Histórico de trabalho informal não é motivo legítimo de reprovação. O que importa é adequação à função pretendida.
192. Background check pode identificar PJ do candidato?
Sim, através de consulta à Receita Federal (CNPJ) e Juntas Comerciais, informações públicas.
193. Candidato com CNPJ ativo pode ser reprovado?
Apenas se houver conflito de interesses ou incompatibilidade com regime CLT da vaga. Ter CNPJ não é impedimento por si só.
194. Como saber se candidato é sócio de empresa?
Através de consulta ao CNPJ na Receita Federal e Quadro de Sócios e Administradores (QSA) nas Juntas Comerciais.
195. Background check pode consultar falência do candidato?
Sim, processos de falência são públicos e podem ser consultados. Mas deve analisar contexto antes de reprovar.
196. Falência anterior pode reprovar candidato?
Depende da função. Para cargos financeiros/gestão, pode ser relevante. Para outras funções, pode ser discriminatório.
197. Background check pode consultar recuperação judicial?
Sim, processos de recuperação judicial são públicos. Mas deve considerar contexto e relação com a função pretendida.
198. Pode reprovar candidato em recuperação judicial?
Depende da função e se o candidato é pessoa física ou sócia de empresa em recuperação. Deve haver proporcionalidade.
199. Background check pode consultar protestos em cartório?
Sim, protestos são públicos. Mas deve ter cuidado para não discriminar por situação financeira, conforme jurisprudência.
200. Candidato com protesto pode ser reprovado?
Depende da função. Para cargos financeiros pode ser justificável, mas para outras funções pode configurar discriminação.
201. Como consultar protestos em cartório?
Através dos sites dos Cartórios de Protesto de cada estado ou por plataformas agregadoras como IEPTB-Brasil e Serasa.
202. Background check substitui período de experiência?
Não. São complementares. Background check valida passado, período de experiência avalia desempenho na função.
203. Pode dispensar período de experiência com background check?
Não é recomendável. Background check não substitui avaliação prática de desempenho e adequação cultural durante a experiência.
204. Background check garante boa contratação?
Ajuda significativamente, mas não garante 100%. Deve ser usado junto com entrevistas, testes técnicos e avaliação comportamental.
205. Quando não fazer background check?
Para vagas muito básicas onde o custo/tempo da verificação supera o risco, ou quando não houver orçamento. Mas sempre é recomendável quando viável.
206. Background check online é confiável?
Sim, se usar bases oficiais. Ferramentas como FlagCheck consultam tribunais, receita e bases públicas confiáveis, com tecnologia segura.
207. Diferença entre background check manual e automático?
Manual é feito por pessoa consultando bases, mais demorado e caro. Automático usa tecnologia para consultar múltiplas bases rapidamente, mais eficiente.
208. FlagCheck consulta quais bases de dados?
FlagCheck consulta processos judiciais (cível, criminal, trabalhista), protestos, participações societárias e outras bases públicas oficiais do Brasil.
209. Resultado do FlagCheck é sigiloso?
Sim. A pessoa consultada não é notificada. A consulta é 100% sigilosa e protegida por segurança avançada.
210. FlagCheck demora quanto tempo?
Resultado em 30 segundos. A consulta é instantânea e o relatório completo fica disponível imediatamente.
211. FlagCheck tem limite de consultas?
Não há mensalidade ou limite. Você paga apenas R$ 3,33 por consulta realizada, sem compromisso ou fidelidade.

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