CPI PROTEÇÃO ANIMALCASO ORELHACÂMARA DEPUTADOSAtualizado em 07/02/2026

CPI do Orelha: Câmara dos Deputados Articula Investigação Nacional Após Morte Brutal

A bancada animal da Câmara dos Deputados está mobilizando parlamentares para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do cachorro Orelha, morto brutalmente em Florianópolis em janeiro de 2026. A investigação nacional não visa reabrir o caso criminal, mas investigar falhas institucionais na proteção animal, propor leis mais rígidas e criar políticas públicas efetivas. São necessárias 171 assinaturas de deputados (1/3 da Câmara) para instalar a CPI. Entenda tudo sobre a proposta e como o caso pode mudar a proteção animal no Brasil.

CPI do Cachorro Orelha - Câmara dos Deputados
INVESTIGAÇÃO NACIONAL
171 assinaturas necessárias - Bancada animal mobilizada - Leis mais rígidas
171
Assinaturas necessárias
120
Dias de duração
4
Deputados liderando
3
Projetos de Lei

O Que É a CPI do Orelha?

A CPI do Orelha é uma Comissão Parlamentar de Inquérito proposta na Câmara dos Deputados pela bancada animal para investigar falhas institucionais na proteção animal no Brasil após a morte brutal do cachorro comunitário Orelha em Florianópolis em janeiro de 2026.

Objetivo da CPI do Orelha

NÃO investigará o crime individual

A investigação criminal do caso Orelha é competência da Polícia Civil de SC, que já concluiu o inquérito. A CPI não reabre essa apuração.

SIM investigará responsabilidades institucionais

A CPI investigará por que o sistema falhou: leis são eficazes? Há fiscalização? Ministério Público atua? Justiça pune adequadamente?

SIM proporá mudanças legislativas

A CPI pode propor novos projetos de lei, aumento de penas, mudanças no ECA, cadastro de agressores e políticas públicas de proteção animal.

SIM fortalecerá políticas públicas

A CPI debaterá campanhas educativas, fiscalização, proteção a animais comunitários e mudança cultural sobre violência contra animais.

Diferente de uma investigação policial, que apura autoria e materialidade de crime específico, uma CPI investiga políticas públicas e responsabilidades institucionais. O foco é entender por que o Brasil tem tantos casos de maus-tratos, por que há impunidade, e o que pode ser feito sistemicamente.

Quem Propôs a CPI e Como Funciona

A CPI do Orelha foi proposta pela bancada animal, grupo suprapartidário de deputados federais dedicados à causa animal. Os deputados liderando a mobilização são:

Deputados Liderando a CPI

  • Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) - Veterinário, defensor histórico da causa animal
  • Fred Costa (PRD-MG) - Membro ativo da bancada animal
  • Matheus Laiola (União-PR) - Delegado, foco em legislação penal
  • Bruno Lima (PP-SP) - Delegado, experiência em crimes ambientais

Requisitos para Instalar a CPI

  • 171 assinaturas - 1/3 dos 513 deputados federais
  • Fato determinado - Morte do Orelha e padrão de maus-tratos
  • Prazo determinado - Até 120 dias para concluir
  • Poderes de investigação - Convocar testemunhas, quebrar sigilos

Status Atual da CPI

A bancada animal está coletando assinaturas de deputados de todos os partidos. O número exato de assinaturas ainda não foi divulgado, mas há mobilização intensa. Após atingir 171 assinaturas, a CPI será oficialmente instalada e terá 120 dias para concluir investigação e apresentar relatório final.

CPIs têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. Podem convocar testemunhas (incluindo ministros, secretários, juízes, promotores), requisitar documentos de órgãos públicos, quebrar sigilos bancário e fiscal de pessoas e instituições, e tomar depoimentos sob pena de falso testemunho.

Projetos de Lei que a CPI Pode Impulsionar

A repercussão do caso Orelha já resultou em diversos projetos de lei no Congresso. A CPI pode acelerar a aprovação dessas propostas ao gerar pressão política e demonstrar necessidade urgente de mudanças.

1

PL 2475/2025 - Maus-Tratos como Crime Hediondo

Autor: Deputado Célio Studart (PSD-CE)

Propõe incluir maus-tratos com morte do animal na Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90). Crimes hediondos não permitem fiança, anistia ou indulto, e têm regime inicial fechado. Tornaria punição MUITO mais severa.

2

PL 172/2026 - Cadastro Nacional de Agressores

Autor: Senador Bruno Bonetti (PL-RJ)

Cria o Cadastro Nacional de Pessoas Responsabilizadas por Maus-Tratos a Animais. Pessoas condenadas serão impedidas permanentemente de: adotar animais, trabalhar com animais, abrir pet shops/clínicas ou ter guarda de qualquer animal.

3

PL Mudança no ECA - Medidas Específicas para Adolescentes

Propostas em discussão

Inclui medidas socioeducativas específicas para adolescentes que cometem maus-tratos a animais, como tratamento psicológico obrigatório, trabalho comunitário em ONGs de proteção animal, e proibição de ter animais até completar 18 anos.

Outras Propostas que Podem Surgir da CPI

  • Aumento da pena mínima de maus-tratos (atualmente 2 anos)
  • Criação de delegacias especializadas em crimes contra animais
  • Fiscalização obrigatória de denúncias em até 48 horas
  • Multas pesadas para órgãos que não atuarem em casos de maus-tratos
  • Campanha nacional de educação sobre empatia e proteção animal
  • Proteção legal específica para animais comunitários
  • Obrigatoriedade de background check para adoção

Crueldade com Animais é Red Flag Grave

Estudos do FBI mostram que 70% dos agressores de animais também cometem violência contra pessoas. Caso Orelha mostra que aparências enganam. Verifique antecedentes de qualquer pessoa antes de confiar.

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Por Que uma CPI Sobre um Cachorro?

Críticos questionam se vale a pena gastar recursos públicos com uma CPI sobre a morte de um animal. Defensores argumentam que não se trata apenas do Orelha, mas de um problema sistêmico nacional.

Argumentos a Favor da CPI

🐕
Milhares de casos por ano

Ministério Público registra milhares de denúncias de maus-tratos anualmente. Orelha não é caso isolado, é sintoma de problema nacional.

🚩
Violência animal é red flag para violência humana

FBI e criminologistas consideram maus-tratos como indicador de personalidade violenta. 70% dos agressores de animais também agridem pessoas.

⚖️
Impunidade generalizada

Poucos casos resultam em punição efetiva. Leis existem mas não são cumpridas. Sistema falha em todas as etapas.

📚
Leis desatualizadas

Penas são brandas (2 a 5 anos), não há cadastro de agressores, adolescentes têm tratamento inadequado no ECA.

🏛️
Mudança cultural necessária

Brasil precisa evoluir culturalmente sobre proteção animal. CPI pode gerar debate nacional e consciência coletiva.

“Não se trata de um cachorro. Trata-se de entendermos por que nosso sistema permite que adolescentes cometam brutalidade sem consequências, e de reconhecermos que violência contra animais é ensaio para violência contra pessoas.”

— Marcelo Queiroz, deputado federal e líder da bancada animal

Relembre o Caso do Cachorro Orelha

Orelha era um cachorro comunitário de aproximadamente 10 anos que vivia na Praia Brava, em Florianópolis (SC). Ele era cuidado espontaneamente por moradores, comerciantes e turistas, sendo querido por toda a comunidade.

O Que Aconteceu - Cronologia

4 de janeiro de 2026 - Madrugada

Orelha foi brutalmente espancado até a morte por adolescentes. Ele sofreu lesões contundentes na cabeça causadas por pauladas ou objeto similar.

5 de janeiro de 2026

Orelha foi encontrado gravemente ferido por moradores, socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Investigação

Polícia Civil investigou 8 adolescentes. Câmeras de segurança, softwares de rastreamento e contradições em depoimentos identificaram os responsáveis.

3 de fevereiro de 2026

Inquérito concluído: 1 adolescente indiciado pela morte do Orelha, 4 representados pela tentativa de afogamento do cão Caramelo, 3 adultos indiciados por coação.

O caso ganhou repercussão nacional devido à crueldade do crime, ao fato dos agressores serem de famílias ricas, à tentativa de acobertamento (adultos coagiram porteiro que fotografou os jovens), e à viagem à Disney durante a investigação, que gerou revolta popular.

O Que Acontece Agora

A CPI do Orelha está em fase de coleta de assinaturas. Após atingir 171 assinaturas de deputados federais, será oficialmente instalada e terá até 120 dias para concluir a investigação.

Tramitação da CPI

1. Coleta de Assinaturas (Em Andamento)

Bancada animal mobiliza deputados de todos os partidos para atingir 171 assinaturas (1/3 da Câmara).

2. Instalação da CPI

Após atingir assinaturas, CPI é oficialmente instalada. Elege presidente, vice e relator. Define plano de trabalho.

3. Investigação (Até 120 Dias)

Convoca testemunhas (ministros, secretários, juízes, promotores, especialistas), requisita documentos, analisa políticas públicas, mapeia falhas.

4. Relatório Final

CPI elabora relatório com conclusões e propostas: novos projetos de lei, mudanças em leis existentes, indiciamento de responsáveis institucionais.

5. Encaminhamento

Relatório vai ao Ministério Público (indiciamentos) e ao Congresso (votação de projetos de lei propostos).

Perguntas Frequentes

O que é a CPI do Orelha?
A CPI do Orelha é uma Comissão Parlamentar de Inquérito proposta na Câmara dos Deputados para investigar falhas institucionais na proteção animal após a morte brutal do cachorro comunitário Orelha em Florianópolis em janeiro de 2026.
Por que estão criando uma CPI sobre um cachorro?
A CPI não investiga apenas a morte do Orelha, mas as falhas sistêmicas na proteção animal no Brasil, responsabilidades institucionais e medidas para fortalecer políticas públicas de proteção aos animais.
A CPI do Orelha já foi aprovada?
Não, a CPI ainda está em processo de coleta de assinaturas. São necessárias 171 assinaturas de deputados federais (1/3 da Câmara) para instalar a comissão.
Quem propôs a CPI do Orelha?
A CPI foi proposta pela bancada animal da Câmara dos Deputados, liderada pelos deputados Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), Fred Costa (PRD-MG), Matheus Laiola (União-PR) e Bruno Lima (PP-SP).
O que é a bancada animal?
A bancada animal é um grupo suprapartidário de deputados federais dedicados à causa animal, composto por parlamentares de diferentes partidos que defendem legislação mais rigorosa para proteção dos animais.
Quantas assinaturas a CPI do Orelha tem até agora?
O número exato de assinaturas não foi divulgado, mas a bancada animal está mobilizando deputados de todos os partidos para atingir as 171 assinaturas necessárias.
O que a CPI do Orelha vai investigar?
A CPI investigará responsabilidades institucionais, falhas na prevenção de crimes contra animais, efetividade das leis atuais, e proporá medidas para fortalecer políticas públicas de proteção animal.
A CPI vai prender quem matou o Orelha?
Não, a CPI não tem poder de prender pessoas. A investigação criminal é de competência da Polícia Civil de SC, que já concluiu o inquérito e pediu internação do adolescente responsável.
Qual o objetivo da CPI do Orelha?
O objetivo é discutir responsabilidades institucionais, avaliar falhas na prevenção de maus-tratos, propor mudanças legislativas e fortalecer políticas públicas de proteção animal em todo o Brasil.
A CPI do Orelha é a primeira CPI sobre animais?
Não, em 2015 foi instalada a CPI dos Maus-Tratos de Animais na Câmara dos Deputados. A CPI do Orelha seria uma retomada do tema após 11 anos.
O que mudou com a CPI dos Maus-Tratos de 2015?
A CPI de 2015 resultou em propostas de endurecimento de penas, mas muitas não foram aprovadas. A CPI do Orelha surge para retomar e avançar essas pautas.
Por que a morte do Orelha teve tanta repercussão?
A crueldade do crime (cachorro comunitário espancado até a morte por adolescentes de famílias ricas), a tentativa de acobertamento, e a mobilização popular transformaram o caso em símbolo nacional.
Quem era o cachorro Orelha?
Orelha era um cachorro comunitário de aproximadamente 10 anos que vivia na Praia Brava (Florianópolis/SC) há uma década, cuidado espontaneamente por moradores e comerciantes locais.
O que aconteceu com o Orelha?
Orelha foi brutalmente espancado até a morte por adolescentes na madrugada de 4 de janeiro de 2026. Ele sofreu lesões contundentes na cabeça e morreu no dia 5 de janeiro.
Quem matou o cachorro Orelha?
Segundo a investigação da Polícia Civil de SC, 1 adolescente foi indiciado como autor das agressões que mataram o Orelha. Outros 3 adolescentes foram investigados pela tentativa de afogamento do cão Caramelo.

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O que é a CPI do Orelha?

A CPI do Orelha é uma Comissão Parlamentar de Inquérito proposta na Câmara dos Deputados para investigar falhas institucionais na proteção animal após a morte brutal do cachorro comunitário Orelha em Florianópolis em janeiro de 2026.

Por que estão criando uma CPI sobre um cachorro?

A CPI não investiga apenas a morte do Orelha, mas as falhas sistêmicas na proteção animal no Brasil, responsabilidades institucionais e medidas para fortalecer políticas públicas de proteção aos animais.

A CPI do Orelha já foi aprovada?

Não, a CPI ainda está em processo de coleta de assinaturas. São necessárias 171 assinaturas de deputados federais (1/3 da Câmara) para instalar a comissão.

Quem propôs a CPI do Orelha?

A CPI foi proposta pela bancada animal da Câmara dos Deputados, liderada pelos deputados Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), Fred Costa (PRD-MG), Matheus Laiola (União-PR) e Bruno Lima (PP-SP).

O que é a bancada animal?

A bancada animal é um grupo suprapartidário de deputados federais dedicados à causa animal, composto por parlamentares de diferentes partidos que defendem legislação mais rigorosa para proteção dos animais.

Quantas assinaturas a CPI do Orelha tem até agora?

O número exato de assinaturas não foi divulgado, mas a bancada animal está mobilizando deputados de todos os partidos para atingir as 171 assinaturas necessárias.

O que a CPI do Orelha vai investigar?

A CPI investigará responsabilidades institucionais, falhas na prevenção de crimes contra animais, efetividade das leis atuais, e proporá medidas para fortalecer políticas públicas de proteção animal.

A CPI vai prender quem matou o Orelha?

Não, a CPI não tem poder de prender pessoas. A investigação criminal é de competência da Polícia Civil de SC, que já concluiu o inquérito e pediu internação do adolescente responsável.

Qual o objetivo da CPI do Orelha?

O objetivo é discutir responsabilidades institucionais, avaliar falhas na prevenção de maus-tratos, propor mudanças legislativas e fortalecer políticas públicas de proteção animal em todo o Brasil.

A CPI do Orelha é a primeira CPI sobre animais?

Não, em 2015 foi instalada a CPI dos Maus-Tratos de Animais na Câmara dos Deputados. A CPI do Orelha seria uma retomada do tema após 11 anos.

O que mudou com a CPI dos Maus-Tratos de 2015?

A CPI de 2015 resultou em propostas de endurecimento de penas, mas muitas não foram aprovadas. A CPI do Orelha surge para retomar e avançar essas pautas.

Por que a morte do Orelha teve tanta repercussão?

A crueldade do crime (cachorro comunitário espancado até a morte por adolescentes de famílias ricas), a tentativa de acobertamento, e a mobilização popular transformaram o caso em símbolo nacional.

Quem era o cachorro Orelha?

Orelha era um cachorro comunitário de aproximadamente 10 anos que vivia na Praia Brava (Florianópolis/SC) há uma década, cuidado espontaneamente por moradores e comerciantes locais.

O que aconteceu com o Orelha?

Orelha foi brutalmente espancado até a morte por adolescentes na madrugada de 4 de janeiro de 2026. Ele sofreu lesões contundentes na cabeça e morreu no dia 5 de janeiro.

Quem matou o cachorro Orelha?

Segundo a investigação da Polícia Civil de SC, 1 adolescente foi indiciado como autor das agressões que mataram o Orelha. Outros 3 adolescentes foram investigados pela tentativa de afogamento do cão Caramelo.

Os adolescentes foram presos?

Não, pois são menores de idade. O inquérito pediu internação (medida socioeducativa) de 1 adolescente. A decisão cabe ao juiz da Vara da Infância e Juventude.

A CPI vai mudar o ECA?

A CPI pode propor mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para incluir medidas socioeducativas específicas para crimes contra animais cometidos por adolescentes.

Adolescente pode ser punido por maus-tratos a animais?

Sim, adolescentes podem receber medidas socioeducativas (advertência, liberdade assistida ou internação) por ato infracional análogo a crime de maus-tratos, conforme o ECA.

Qual a pena para maus-tratos a animais?

A Lei 9.605/98 prevê reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição de guarda para quem praticar maus-tratos contra animais. Se houver morte do animal, a pena pode ser aumentada.

A CPI vai aumentar a pena para maus-tratos?

A CPI pode propor aumento de pena. Já existe o PL 2475/2025 que propõe incluir maus-tratos com morte em crimes hediondos, o que tornaria a pena mais severa.

O que são crimes hediondos?

Crimes hediondos são os de extrema gravidade (homicídio qualificado, latrocínio, estupro, etc) que não permitem fiança, anistia ou indulto. Incluir maus-tratos nessa lista tornaria a punição muito mais rigorosa.

Maus-tratos a animais pode virar crime hediondo?

Há proposta (PL 2475/2025) para incluir maus-tratos com morte do animal na Lei de Crimes Hediondos. A CPI do Orelha pode impulsionar a aprovação dessa lei.

A CPI vai criar cadastro de agressores de animais?

Sim, já existe o PL 172/2026 que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Responsabilizadas por Maus-Tratos a Animais. A CPI pode acelerar sua aprovação.

Como funcionará o cadastro de agressores de animais?

O cadastro nacional registrará pessoas condenadas por maus-tratos, impedindo-as de adotar animais, trabalhar com animais ou abrir estabelecimentos relacionados a animais.

A CPI vai ajudar a aprovar leis?

Sim, CPIs geram repercussão política e pressionam o Congresso a votar projetos relacionados. A CPI do Orelha pode acelerar aprovação de leis de proteção animal.

Quais projetos de lei estão relacionados ao caso Orelha?

PL 2475/2025 (maus-tratos como crime hediondo), PL 172/2026 (cadastro de agressores), PL sobre mudança no ECA para adolescentes, e projetos de aumento de pena.

O Senado também está mobilizado?

Sim, o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União-AP) priorizou projetos sobre maus-tratos e pediu agilidade na análise de propostas de proteção animal.

Quando a CPI do Orelha começa?

A CPI só será instalada após reunir 171 assinaturas de deputados. Não há prazo definido, mas a bancada animal está acelerando a coleta.

Quanto tempo dura uma CPI?

CPIs na Câmara duram até 120 dias, podendo ser prorrogadas. Nesse período, a comissão ouve testemunhas, analisa documentos e elabora relatório final.

A CPI pode convocar pessoas?

Sim, CPIs têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, podendo convocar testemunhas, solicitar documentos, quebrar sigilos bancário e fiscal.

Quem a CPI do Orelha pode convocar?

A CPI pode convocar autoridades policiais, promotores, juízes, ministros, secretários de meio ambiente, ONGs de proteção animal e especialistas em políticas públicas.

A CPI vai convocar os adolescentes?

Não, a CPI não investiga o crime em si (que é competência da polícia), mas as falhas institucionais. Além disso, menores têm proteção do ECA contra exposição.

A CPI vai convocar as famílias dos adolescentes?

Improvável, pois a CPI foca em responsabilidades institucionais do poder público, não em responsabilização individual dos envolvidos no crime.

O que é responsabilidade institucional?

É a responsabilidade de órgãos públicos (polícia, ministério público, judiciário, prefeituras) por falhas no cumprimento de suas funções, como fiscalização e aplicação de leis.

Qual a diferença entre CPI e investigação policial?

A investigação policial apura autoria e materialidade de crimes específicos. A CPI investiga políticas públicas, falhas sistêmicas e responsabilidades institucionais de órgãos públicos.

Por que não deixar só a polícia investigar?

A polícia investiga o crime individual. A CPI investiga por que o sistema falhou, se as leis são eficazes, se há fiscalização, e propõe mudanças legislativas.

A CPI do Orelha vai gastar dinheiro público?

Sim, CPIs têm custos (diárias de deputados, contratação de consultores, viagens). Porém, defensores argumentam que mudanças legislativas resultantes podem prevenir futuros crimes.

Vale a pena gastar com CPI sobre animais?

Defensores dizem que sim, pois a CPI pode resultar em leis que previnam crimes futuros, reduzam sofrimento animal e mudem cultura de violência. Críticos questionam prioridades.

A CPI do Orelha tem apoio popular?

Sim, pesquisas mostram que a maioria dos brasileiros apoia leis mais rigorosas para proteção animal. A repercussão do caso Orelha gerou pressão popular.

Quantas pessoas protestaram pelo Orelha?

Protestos ocorreram em dezenas de cidades brasileiras. Em Florianópolis, manifestações reuniram centenas de pessoas. Nas redes, milhões compartilharam o caso.

Celebridades apoiaram a CPI do Orelha?

Sim, diversos artistas, atletas e influenciadores se manifestaram pelo caso Orelha e cobraram leis mais rigorosas, aumentando a pressão sobre o Congresso.

A CPI vai investigar outros casos de maus-tratos?

A CPI pode usar outros casos como exemplos para demonstrar padrão sistêmico de falhas na proteção animal, mas seu foco é nas políticas públicas, não casos individuais.

Existe crueldade contra animais em todo o Brasil?

Sim, dados do Ministério Público mostram milhares de denúncias de maus-tratos por ano. A CPI pode mapear a dimensão do problema nacionalmente.

Por que maus-tratos a animais são graves?

Estudos mostram correlação entre crueldade com animais e violência contra pessoas. FBI e criminologistas consideram maus-tratos como indicador de personalidade violenta.

Quem maltrata animais pode ser perigoso para pessoas?

Sim, pesquisas indicam que 70% dos agressores de animais também cometem violência doméstica ou outros crimes violentos. Maus-tratos são red flag grave.

A CPI vai abordar essa ligação violência animal-humana?

Provavelmente sim, pois é argumento forte para justificar punições mais severas. Crueldade com animais pode ser indicador de potencial para crimes mais graves.

O que é a Teoria da Janela Quebrada?

Teoria que diz que crimes pequenos tolerados (como maus-tratos) levam a crimes maiores. Aplicada ao caso: tolerar crueldade com animais pode normalizar violência em geral.

Como denunciar maus-tratos a animais?

Disque 181 (Disque Denúncia), 190 (Polícia Militar), órgãos ambientais municipais, Ministério Público, ou diretamente em delegacia. Denúncia pode ser anônima.

Maus-tratos a animais dá cadeia?

Sim, a Lei 9.605/98 prevê reclusão de 2 a 5 anos. Se houver morte do animal ou crueldade extrema, a pena pode ser aumentada. Mas muitos casos não resultam em prisão efetiva.

Por que poucos agressores de animais são presos?

Problemas incluem: falta de denúncias, dificuldade de provas, desvalorização do crime por autoridades, penas brandas, acordos e sursis. A CPI pode propor mudanças.

Onde o cachorro Orelha vivia?

Orelha vivia na Praia Brava, bairro no norte de Florianópolis (SC), há aproximadamente 10 anos. Era cuidado espontaneamente por moradores, comerciantes e turistas.

O Orelha tinha dono?

Não, Orelha era um cachorro comunitário. Ninguém era dono oficial, mas ele era alimentado, cuidado e amado por toda a comunidade da Praia Brava.

Como era o cachorro Orelha?

Orelha era um vira-lata dócil, de porte médio, pelagem clara, que vivia na praia há uma década. Era conhecido por ser amigável com moradores e turistas.

O que aconteceu na madrugada de 4 de janeiro?

Na madrugada de 4 de janeiro de 2026, Orelha foi brutalmente espancado por adolescentes. Ele sofreu lesões contundentes na cabeça e morreu no dia seguinte, 5 de janeiro.

Como foi a morte do Orelha?

Orelha morreu em decorrência de lesões contundentes na cabeça, provavelmente causadas por pauladas ou objeto similar. A necropsia confirmou trauma craniano como causa da morte.

Quem descobriu o Orelha ferido?

Moradores da Praia Brava encontraram o Orelha gravemente ferido na manhã de 4 de janeiro. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 5.

O Orelha foi ao veterinário?

Sim, Orelha foi levado a veterinários, mas os ferimentos eram muito graves. Ele não resistiu e faleceu no dia 5 de janeiro de 2026.

O que a necropsia do Orelha revelou?

A necropsia revelou que Orelha sofreu lesão contundente na cabeça, compatível com agressão por objeto (pau, garrafa ou similar). A causa da morte foi trauma craniano.

Quantos adolescentes agrediram o Orelha?

A polícia investigou inicialmente 8 adolescentes. Ao final, 1 foi indiciado pela morte do Orelha, e 4 foram representados pela tentativa de afogamento do cão Caramelo.

Quem são os adolescentes?

A identidade dos adolescentes não pode ser divulgada por proteção do ECA. Sabe-se que são de famílias de classe alta de Florianópolis.

Os adolescentes são ricos?

Sim, segundo investigação, os adolescentes são de famílias abastadas de Florianópolis. Alguns moravam em condomínios de luxo na Praia Brava.

As famílias tentaram acobertar?

Sim, 3 adultos (pais e tio dos adolescentes) foram indiciados por coação no curso do processo após intimidarem o porteiro que fotografou os jovens durante o crime.

O que aconteceu com o porteiro?

O porteiro do condomínio fotografou os adolescentes e foi coagido por adultos (pais dos jovens), um deles portando 'volume na cintura' (suspeita de arma). Foi colocado em licença forçada.

Os pais dos adolescentes foram indiciados?

Sim, 3 adultos (2 empresários e 1 advogado, parentes dos adolescentes) foram indiciados por coação no curso do processo (Art. 344 do Código Penal).

Qual a pena para coação no curso do processo?

Art. 344 do Código Penal: reclusão de 1 a 4 anos e multa para quem usa violência ou ameaça para favorecer interesse em processo.

Os adolescentes fugiram para os EUA?

Sim, durante a investigação, alguns adolescentes viajaram para os EUA (Disney). A viagem gerou revolta pública e pressão internacional. Eles anteciparam o retorno.

Por que voltaram dos EUA?

A pressão nas redes sociais, repercussão internacional e necessidade de depor à polícia fizeram as famílias anteciparem o retorno ao Brasil.

Havia vídeo do crime?

Não há vídeo do momento exato da agressão. Porém, câmeras de segurança mostram adolescentes saindo e retornando ao condomínio no horário do crime.

Como a polícia descobriu quem foi?

Câmeras de segurança, testemunhas, fotos do porteiro, análise de celulares (softwares francês e israelense), e contradições nos depoimentos dos adolescentes.

O adolescente mentiu para a polícia?

Sim, o adolescente indiciado disse que ficou na piscina do condomínio, mas vídeos provaram que ele saiu às 5h25 e voltou às 5h58, exatamente no intervalo do crime.

O que a tecnologia revelou?

Softwares francês (geolocalização) e israelense (recuperação de dados) rastrearam celulares, recuperaram informações apagadas e provaram mentiras dos envolvidos.

O inquérito foi concluído?

Sim, a Polícia Civil de SC concluiu o inquérito em 3 de fevereiro de 2026 e pediu internação de 1 adolescente pela morte do Orelha e representação de 4 pela tentativa com Caramelo.

O que é medida de internação?

Internação é a medida socioeducativa mais grave do ECA. Equivale à privação de liberdade em unidade própria para adolescentes (não em presídio). Pode durar até 3 anos.

O adolescente foi internado?

Não ainda. O inquérito foi para o Ministério Público, que decide se oferece representação ao juiz. O juiz da Infância decide se aplica ou não a internação.

Quem é o cão Caramelo?

Caramelo é outro cachorro comunitário que sofreu tentativa de afogamento pelo mesmo grupo de adolescentes. Ele foi resgatado e adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel.

Os adolescentes tentaram afogar o Caramelo?

Sim, 4 adolescentes foram representados pela tentativa de afogamento do cão Caramelo. Diferente do caso Orelha (1 indiciado), Caramelo envolve 4 responsabilizados.

Caramelo sobreviveu?

Sim, Caramelo foi resgatado a tempo e sobreviveu. Ele foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de SC, virando símbolo de esperança.

O que viralizou nas redes sociais?

Vídeos do Orelha vivo, relatos de moradores, imagens do porteiro sendo coagido, denúncia de viagem à Disney, mobilizações por justiça. Hashtags como #JustiçaPeloOrelha viralizaram.

Quantas pessoas usaram #JustiçaPeloOrelha?

Milhões de publicações nas redes sociais usaram a hashtag #JustiçaPeloOrelha. O caso tornou-se trending topic nacional durante semanas.

A Praia Brava fez manifestações?

Sim, moradores da Praia Brava realizaram protestos em 17 e 24 de janeiro de 2026, reunindo dezenas de pessoas e seus cães exigindo justiça.

O que moradores querem?

Moradores cobram punição aos responsáveis, leis mais rigorosas, fiscalização de maus-tratos, e mudança cultural para respeitar animais comunitários.

Outros cães comunitários estão seguros?

A comunidade está mais atenta e protetora. ONGs e moradores aumentaram cuidados com cães comunitários, mas há medo de novos ataques.

Haverá memorial ao Orelha?

Moradores da Praia Brava discutem criação de memorial permanente ao Orelha, além de ações de conscientização sobre cães comunitários.

O que é cachorro comunitário?

Cachorro comunitário é aquele sem dono individual, mas cuidado coletivamente por vizinhança. Vivem em ruas/praias, alimentados e protegidos pela comunidade.

Cachorro comunitário tem proteção legal?

Sim, a Lei de Crimes Ambientais protege TODOS os animais, com ou sem dono. Agredir cachorro comunitário é crime com mesma pena.

Por que cães comunitários são importantes?

Fazem parte do ecossistema local, controlam pragas, trazem afeto à comunidade, e em muitas comunidades são símbolos culturais e turísticos.

O caso mudou algo em Florianópolis?

Sim, aumentou fiscalização, ONGs fortalecer proteção a cães comunitários, moradores mais alertas, e discussão sobre políticas municipais de proteção animal.

A prefeitura de Florianópolis se manifestou?

A prefeitura expressou pesar, mas a principal ação é judicial (polícia e MP). Há cobranças para políticas públicas de proteção a cães comunitários.

Santa Catarina tem leis de proteção animal?

Sim, além da lei federal, SC tem legislação estadual de proteção animal. Porém, críticos dizem que há falhas na fiscalização e punição.

A comunidade perdoou os adolescentes?

Não, a comunidade da Praia Brava e defensores da causa animal pelo Brasil cobram punição rigorosa e não aceitam impunidade.

O caso teve repercussão internacional?

Sim, veículos internacionais noticiaram o caso, especialmente quando adolescentes viajaram aos EUA durante investigação, gerando debate global.

Como o mundo vê o Brasil após o caso Orelha?

O caso expôs falhas na proteção animal brasileira e gerou críticas internacionais, mas também mostrou mobilização popular por justiça.

Turistas vão parar de ir à Praia Brava?

Alguns turistas expressaram desconforto, mas a maioria dos moradores trabalha para mostrar que a comunidade repudia violência e protege animais.

O caso Orelha vai para a Justiça?

Sim, o inquérito foi remetido ao Ministério Público e Judiciário. O processo tramitará na Vara da Infância e Juventude de Florianópolis.

Quando sai a sentença?

Não há prazo definido. Processos envolvendo adolescentes tramitam em segredo de justiça e podem levar meses ou anos para conclusão.

A defesa dos adolescentes contestou?

Sim, advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte afirmaram que dados seriam 'circunstanciais e insuficientes', contestando a investigação.

O que é argumento de 'dados circunstanciais'?

Defesa alega que provas são indiretas, sem vídeo do momento exato do crime. Porém, conjunto de provas (câmeras, celulares, mentiras) é robusto.

Os adolescentes vão ser julgados?

Sim, se o MP oferecer representação e o juiz aceitar, haverá procedimento análogo a julgamento, mas adaptado para adolescentes conforme o ECA.

O julgamento será público?

Não, processos de adolescentes tramitam em segredo de justiça. Não haverá divulgação de nomes, rostos ou detalhes que identifiquem os menores.

Crueldade com animais é red flag?

Sim, é uma das red flags mais graves. Indica falta de empatia, potencial para violência, e está correlacionada com crimes violentos contra pessoas.

Como saber se alguém tem histórico de maus-tratos?

Verificar processos judiciais com FlagCheck (R$ 3,33), pesquisar nome no Google, consultar Ministério Público, conversar com vizinhos/conhecidos.

FlagCheck mostra processos de maus-tratos?

Sim, FlagCheck revela processos criminais incluindo maus-tratos a animais, violência doméstica, agressões e outros crimes. Consulta 100% sigilosa em 30 segundos.

Por que verificar antecedentes de pessoas?

Caso Orelha mostra que aparências enganam. Adolescentes de 'boa família' cometeram crueldade. Verificar histórico protege você de pessoas violentas ou perigosas.

Pessoa que maltrata animal pode maltratar gente?

Sim, estudos do FBI mostram que 70% dos agressores de animais também cometem violência doméstica, agressões ou crimes mais graves contra pessoas.

Como identificar pessoa violenta antes de confiar?

Pesquisar antecedentes criminais (FlagCheck), observar red flags (explosões de raiva, crueldade, falta de empatia), conversar com ex-parceiros/conhecidos.

Adolescente que maltrata animal vai virar criminoso?

Não necessariamente, mas crueldade na adolescência é preditor forte de violência futura se não houver intervenção. FBI considera red flag crítica.

Como proteger crianças de pessoas violentas?

Verificar antecedentes de babás, professores, treinadores (FlagCheck), observar comportamento com animais (red flag), nunca ignorar sinais de alerta.

Meu filho maltratou animal. Devo me preocupar?

Sim, crueldade com animais na infância/adolescência é sinal de alerta grave. Busque ajuda psicológica imediatamente antes que escale para violência maior.

Como ensinar empatia a crianças?

Modelar comportamento empático, educar sobre sentimentos dos animais, responsabilizar por cuidados, ensinar compaixão, corrigir firmemente qualquer crueldade.

Vizinho maltrata cachorro. O que fazer?

Denunciar ao 181, 190, órgãos ambientais, Ministério Público. Pode filmar/fotografar como prova (sem invadir propriedade). Denúncia pode ser anônima.

Posso processar vizinho que maltrata animal?

Sim, você pode fazer denúncia-crime. Qualquer pessoa pode denunciar crime de maus-tratos, mesmo sem ser dono do animal.

Como saber se pet shop é confiável?

Verificar processos judiciais da empresa/dono no FlagCheck, ler avaliações online, visitar instalações, pedir referências, observar tratamento dado aos animais.

Como saber se veterinário é confiável?

Verificar registro no CRMV, pesquisar processos no FlagCheck, ler avaliações, pedir referências, observar instalações e tratamento aos animais.

Como verificar adestrador de cães?

Verificar antecedentes (FlagCheck), pedir certificações, observar métodos (deve usar reforço positivo, nunca violência), pedir referências de clientes.

Passeador de cães pode ser perigoso?

Raramente, mas sim. Verificar antecedentes no FlagCheck (processos de furto, violência), pedir referências, observar interação com animais.

Como proteger meu pet de pessoas má-intencionadas?

Não deixar solto sem supervisão, verificar antecedentes de quem cuida (FlagCheck), microchipar, registrar, ter rede de proteção em janelas.

Pessoa com processo de maus-tratos pode adotar?

Não deveria. Muitas ONGs fazem background check. Se aprovado o Cadastro Nacional de Agressores, será proibido permanentemente.

ONG pode recusar adoção?

Sim, ONGs têm autonomia para recusar adoção se identificarem red flags, histórico de maus-tratos, ou condições inadequadas.

Como saber se pessoa está apta a adotar?

Visita domiciliar, entrevista, verificação de antecedentes (FlagCheck), análise de condições de moradia, comprometimento financeiro.

Red flag em adotante de pet?

Histórico de 'perder' animais, muitos pets anteriores com destino incerto, agressividade, impaciência, recusa de castração, quer raça específica para revenda.

Como saber se namorado maltrata animais?

Observar como trata animais na rua, pets de outras pessoas, se demonstra empatia ou indiferença/crueldade. Maltrato a animal é red flag ENORME.

Devo terminar namoro se pessoa maltrata animal?

Sim. Crueldade com animal é red flag gravíssima que indica potencial para violência doméstica, abuso, e escalada de agressividade. Proteja-se.

Filho do namorado maltrata animais. E agora?

Red flag grave. Exigir terapia imediata para a criança. Se namorado minimizar, termine relacionamento. Crueldade infantil não tratada escala.

Como proteger pet em relacionamento abusivo?

Violência doméstica inclui abuso de pets. Se parceiro ameaça/machuca seu animal, denuncie (190, 180), peça medida protetiva, busque abrigo seguro.

Agressor usa pet para controlar vítima?

Sim, comum em violência doméstica. Agressor ameaça machucar/matar pet para controlar vítima. Lei Maria da Penha pode incluir proteção ao animal.

Como denunciar ameaça a pet em violência doméstica?

Disque 180 (violência doméstica), 190 (polícia), fazer BO mencionando ameaça ao animal, pedir medida protetiva que inclua afastamento do pet.

Medida protetiva protege pet?

Pode sim. Juiz pode determinar afastamento do agressor do animal, guarda temporária à vítima, proibição de aproximação do pet.

Como saber se funcionário é confiável com meu pet?

Background check no FlagCheck (processos criminais), pedir referências de empregos anteriores, fazer contrato, câmeras de monitoramento (avisando antes).

Posso colocar câmera para vigiar quem cuida do pet?

Sim, em sua casa você pode. Porém, AVISE a pessoa antes (transparência). Câmera secreta pode violar privacidade e gerar processo.

Babá/diarista maltratou meu pet. Posso processar?

Sim, fazer BO de maus-tratos, processar criminalmente e civilmente (danos morais). Se tiver vídeo, é prova fundamental.

Como evitar contratar pessoa violenta?

Background check (FlagCheck) antes de contratar, pedir referências verificáveis, observar red flags em entrevista (agressividade, irritabilidade).

FlagCheck mostra todos os processos?

FlagCheck mostra processos judiciais públicos (criminais, cíveis, trabalhistas) de todos os tribunais do Brasil. Consulta completa em 30 segundos por R$ 3,33.

Consulta no FlagCheck é sigilosa?

Sim, 100% sigilosa. A pessoa consultada não recebe notificação nem fica sabendo que você verificou os antecedentes dela.

Quanto custa verificar antecedentes?

FlagCheck custa R$ 3,33 por consulta. Sem mensalidade, paga apenas o que usar. Resultado instantâneo em 30 segundos.

Vale a pena R$ 3,33 para verificar pessoa?

Sim. R$ 3,33 podem evitar contratar pessoa violenta, se relacionar com agressor, ou confiar em alguém perigoso. Sua segurança não tem preço.

Quando fazer background check?

Antes de: contratar funcionário, se relacionar seriamente, deixar criança/pet com alguém, aceitar sócio, alugar imóvel, fazer negócio, confiar.

Background check é invasão de privacidade?

Não. Consulta dados públicos de tribunais. Processos judiciais são públicos por lei. FlagCheck apenas facilita acesso a informação pública.

Pessoa honesta se ofende com background check?

Pessoa sem nada a esconder não se ofende. Reação exagerada a background check pode ser red flag (indica que tem algo a esconder).

Como abordar assunto de background check?

Pode ser transparente ('para segurança, verifico antecedentes') ou discreto (consulta é sigilosa). Depende do contexto e tipo de relação.

Empresa pode exigir background check?

Sim, muitas empresas fazem background check de candidatos (com autorização). Para cargos de confiança, é prática comum e legal.

Posso fazer background check do chefe?

Sim, pode verificar antecedentes de qualquer pessoa (patrão, sócio, parceiro). Consulta é sigilosa. Pode evitar trabalhar para empresa/pessoa problemática.

Como saber se empresa é idônea?

Verificar processos da empresa e dos sócios no FlagCheck, Reclame Aqui, Google, conversar com ex-funcionários, verificar CNPJ ativo.

Posso fazer background check de sócio antes de sociedade?

Sim, é ESSENCIAL. Sócio terá acesso a finanças, decisões, representará empresa. Verificar histórico de fraudes, processos, falências é crucial.

Red flag em potencial sócio?

Histórico de sociedades que faliram mal, processos trabalhistas de não pagamento, fraudes, dívidas altas, resistência a contrato claro, pressa excessiva.

Como proteger-se em sociedade?

Background check dos sócios (FlagCheck), contrato detalhado com advogado, não misturar patrimônio, acordo de saída, cláusulas de proteção.

Caso Orelha ensina o quê sobre verificação?

Que aparências enganam. Adolescentes de 'boa família' cometeram crueldade brutal. Nunca confie apenas em classe social, aparência ou discurso. Verifique antecedentes.

Qual a lei de proteção animal no Brasil?

Lei 9.605/98 (Crimes Ambientais), Art. 32: reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição de guarda para quem praticar maus-tratos contra animais.

O que é considerado maus-tratos a animais?

Agressão física, privação de alimento/água, confinamento inadequado, abandono, envenenamento, uso em rinhas, trabalho excessivo, qualquer ato de crueldade ou abuso.

Abandono de animal é crime?

Sim, abandono é forma de maus-tratos. Pena: mesma da Lei 9.605/98 (2 a 5 anos). Além disso, pode configurar crime ambiental com multa.

Matar cachorro de rua é crime?

Sim, matar qualquer animal (com ou sem dono) é crime de maus-tratos com pena de 2 a 5 anos de reclusão. Não importa se era de rua.

Envenenar animal é crime?

Sim, envenenamento é maus-tratos qualificado (crueldade). Pena pode ser aumentada. Se for intencional para matar, pode chegar a 5 anos.

Rinha de galo/cachorro é crime?

Sim, promover ou participar de rinhas é crime de maus-tratos. Pena de 2 a 5 anos, mais multa e apreensão dos animais.

Usar animal em circo é crime?

Muitos estados e municípios proíbem. Federalmente, depende das condições. Se houver maus-tratos, é crime com pena de 2 a 5 anos.

Vaquejada é maus-tratos?

É controverso. Lei federal regulamenta, mas muitos estados proíbem por considerar maus-tratos. Depende de como é praticada e da legislação local.

Rodeio é crime?

Não necessariamente. Lei federal permite rodeios com regras de bem-estar animal. Porém, se houver crueldade comprovada, configura maus-tratos.

Não dar comida/água ao pet é crime?

Sim, privação de alimento e água é maus-tratos. Pena de 2 a 5 anos. Se causar morte do animal por desnutrição, pena pode ser agravada.

Deixar cachorro no sol/chuva é crime?

Sim, se for confinamento sem abrigo adequado, configura maus-tratos. Animal deve ter abrigo protegido do sol, chuva e frio.

Prender cachorro em corrente é crime?

Depende. Se corrente for muito curta, sem água, comida, abrigo, movimento, configura maus-tratos. Animal deve ter espaço e condições dignas.

Não levar pet doente ao veterinário é crime?

Sim, omissão de cuidados veterinários quando animal está doente ou ferido configura maus-tratos por negligência.

Ter muitos animais em casa é crime?

Só se forem acumuladores que não conseguem cuidar adequadamente. Muitos animais sem condições (fome, doença, sujeira) = maus-tratos.

O que é síndrome do acumulador de animais?

Transtorno onde pessoa acumula muitos animais sem condições de cuidar, resultando em maus-tratos por negligência. É crime mas pessoa precisa tratamento psicológico.

Criador de cães pode ser preso?

Sim, se criar em condições de maus-tratos (superlotação, falta de higiene, sem veterinário). Criadores devem ser registrados e seguir normas de bem-estar.

Como denunciar pet shop que maltrata animais?

Denunciar ao 181, 190, vigilância sanitária, CRMV (Conselho de Medicina Veterinária), Ministério Público, fazer BO. Pode tirar fotos/vídeos como prova.

Zoológico que maltrata animais pode ser fechado?

Sim, zoológicos devem seguir rigorosas normas de bem-estar. Maus-tratos resultam em multas pesadas, apreensão dos animais e fechamento.

Como funciona apreensão de animal maltratado?

Polícia ou fiscal ambiental, com ordem judicial, apreende animal em situação de maus-tratos. Animal vai para ONG ou abrigo municipal até julgamento.

Dono perde animal apreendido?

Se condenado por maus-tratos, dono perde guarda definitiva do animal. Lei 9.605/98 prevê proibição de guarda como pena acessória.

Animal apreendido vai para onde?

Vai para abrigo público, ONG conveniada ou lar temporário. Após julgamento, se dono perder guarda, animal é colocado para adoção.

Posso adotar animal apreendido?

Sim, após trânsito em julgado da condenação do dono e perda de guarda, animal fica disponível para adoção responsável.

Como saber se ONG é confiável?

Verificar CNPJ ativo, processos judiciais da ONG/diretores (FlagCheck), visitar instalações, verificar transparência financeira, pedir referências.

ONG pode maltratar animais?

Infelizmente sim, há casos de ONGs fakes que acumulam doações e maltratam animais. Sempre verificar idoneidade antes de doar ou adotar.

Como denunciar ONG falsa?

Denunciar ao Ministério Público, polícia, fazer BO, expor nas redes (com provas), denunciar ao CNPJ se houver fraude em doações.

Posso processar veterinário por negligência?

Sim, se houve erro médico, negligência ou maus-tratos ao animal. Processo no CRMV (ético-profissional) e na Justiça (cível e criminal).

Quanto posso receber de indenização por pet?

Indenizações por morte/sofrimento de pet variam de R$ 5 mil a R$ 50 mil dependendo do caso, dano moral e circunstâncias. Jurisprudência reconhece animais como família.

Pet é membro da família para a lei?

Sim, jurisprudência reconhece animais como seres sencientes com valor afetivo. Não são 'coisas', têm direitos e danos a eles geram indenização moral.

Posso pedir guarda compartilhada de pet no divórcio?

Sim, tribunais têm concedido guarda compartilhada de pets em divórcios, reconhecendo vínculo afetivo e melhor interesse do animal.

Como funciona pensão alimentícia de pet?

Em guarda compartilhada, juiz pode determinar divisão de custos veterinários, ração, etc. Não é 'pensão' formal, mas rateio de despesas.

Meu ex ficou com meu pet. Posso reaver?

Sim, ação de reintegração de posse se você provar ser o dono (nota fiscal, microchip, fotos, testemunhas). Pet não é objeto de disputa, mas de melhor interesse.

Como provar que sou dono do pet?

Nota fiscal de compra/adoção, microchip registrado em seu nome, carteira de vacinação, fotos desde filhote, testemunhas, registro em sistema municipal.

Microchip é obrigatório?

Depende da cidade. Muitos municípios exigem microchipagem. Além de obrigação, é forma de provar propriedade e recuperar pet perdido.

Como registrar pet na prefeitura?

Cada município tem sistema próprio. Geralmente através de centros de zoonoses, clínicas conveniadas ou online. Registro facilita localização se pet se perder.

Pet perdido. Como encontrar?

Divulgar nas redes, grupos de pets perdidos, visitar abrigos/ONGs, registrar BO (furto), verificar se microchip foi lido em clínicas, colar cartazes.

Achei pet na rua. Posso ficar?

Não imediatamente. Deve procurar dono (redes, BO de achado), levar a abrigo. Se após prazo legal ninguém reclamar, pode requerer guarda.

Quanto tempo para adotar pet achado?

Varia por município. Geralmente 30 a 60 dias. Deve registrar achado, procurar dono, e se não aparecer, pode requerer guarda oficial.

Posso ser processado por atropel ar pet?

Sim, se houve negligência (alta velocidade, desatenção). Pode ser crime de maus-tratos culposo + indenização cível ao dono.

E se pet invadiu pista de repente?

Se você estava em velocidade adequada e não havia como evitar, não há crime. Porém, deve socorrer animal e procurar dono. Omissão é crime.

Não socorrer pet atropelado é crime?

Sim, omissão de socorro a animal ferido pode configurar maus-tratos. Deve socorrer ou acionar veterinário/ONG.

Como o caso Orelha pode mudar as leis?

A CPI pode propor: aumento de penas, maus-tratos como crime hediondo, cadastro de agressores, mudança no ECA, mais fiscalização, campanhas educativas.

O que você espera que mude após o caso Orelha?

Defensores esperam: leis mais rígidas, fim da impunidade, fiscalização efetiva, educação sobre empatia animal, mudança cultural, proteção a cães comunitários.

Artigo publicado em 7 de fevereiro de 2026 - Escrito pela equipe FlagCheck
Fontes: Câmara dos Deputados, ND Mais, Carta Capital, Agência Brasil, CNN Brasil, Revista Fórum