CASO ORELHAATUALIZADO 30/01FAMÍLIAS RICAS

Caso Orelha Atualizado: Porteiro Coagido, Famílias Ricas e Liminar na Justiça

-25 min de leitura-Atualizado

O caso do cachorro Orelha ganha novos desdobramentos a cada dia. Um porteiro foi coagido por familiares dos adolescentes, a polícia confirmou que o vídeo do ataque nunca existiu, as famílias ricas obtiveram liminar contra Meta e TikTok, a juíza se declarou impedida por vínculo com os acusados, os adolescentes voltaram dos EUA com celulares apreendidos, a CVC e agências boicotam os hotéis das famílias, e celebridades como Paolla Oliveira e Ana Maria Braga se manifestaram. Entenda tudo.

Caso Orelha - Atualizações 30/01/2026
PORTEIRO COAGIDO, FAMÍLIAS NA JUSTIÇA
Adultos indiciados, liminar contra redes sociais e boicote nacional
3
Adultos indiciados por coação
0
Vídeos do ataque (confirmado)
24h
Prazo da liminar (Meta/TikTok)
4
Agências boicotam hotéis

Porteiro Coagido - O Vigilante que Tentaram Silenciar

O porteiro do condomínio na Praia Brava, em Florianópolis, foi uma das primeiras pessoas a agir durante o ataque ao cachorro Orelha. Ele fotografou os adolescentes no momento em que estavam agredindo o animal e compartilhou as imagens em um grupo de WhatsApp do condomínio. As fotos se tornaram peça fundamental para a investigação policial.

Cronologia da Coação

1
Durante o ataque:

Porteiro fotografa os adolescentes enquanto agridem o cachorro Orelha. As imagens mostram os rostos dos menores.

2
Compartilhamento:

Porteiro compartilha as fotos em grupo de WhatsApp do condomínio. As imagens se espalham rapidamente.

3
12 a 13 de janeiro de 2026 - Coação:

Três adultos, familiares dos adolescentes, vão até o porteiro para intimidá-lo. Um deles, identificado como tio de um dos menores, portava um “volume na cintura” suspeito de ser arma de fogo.

4
Licença forçada:

Por questões de segurança, o porteiro é colocado em licença forçada e afastado do trabalho para protegê-lo de novas ameaças.

5
Indiciamento:

Os 3 adultos são indiciados por coação no curso do processo (Art. 344 do Código Penal), com pena de 1 a 4 anos de reclusão e multa.

Os três adultos indiciados são familiares dos adolescentes suspeitos: dois empresários e um advogado. Eles foram ao local de trabalho do porteiro entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2026, logo após a repercussão do caso. A presença de um volume na cintura de um dos homens — suspeitando-se de uma arma de fogo — elevou a gravidade da intimidação.

“Os familiares dos adolescentes foram até o porteiro para intimidá-lo. Um deles portava um volume na cintura compatível com arma de fogo. O porteiro foi colocado em licença forçada para sua própria segurança.”

— Delegada Mardjoli Valcareggi, DPTUR de Florianópolis

Art. 344 do Código Penal - Coação no Curso do Processo

“Usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral.” Pena: reclusão de 1 a 4 anos, e multa, além da pena correspondente à violência.

O Vídeo que Não Existe

Uma das informações que mais circulou nas redes sociais foi a suposta existência de um vídeo mostrando o momento do ataque ao cachorro Orelha. A delegada Mardjoli Valcareggi, responsável pelo caso na DPTUR, foi categórica ao desmentir: “Tal vídeo nunca existiu”.

Análise de Evidências em Vídeo

14
Câmeras analisadas
72h+
Horas de filmagens
20+
Testemunhas ouvidas

A polícia analisou 14 câmeras de segurança da região da Praia Brava, totalizando mais de 72 horas de gravações. Nenhuma delas captou o momento exato da agressão ao cachorro Orelha. Isso não significa ausência de provas: as filmagens mostram a movimentação dos adolescentes antes e depois do ataque, e mais de 20 testemunhas foram ouvidas.

A Defesa Usa a Ausência de Vídeo

Os advogados de defesa dos adolescentes utilizam a inexistência do vídeo em sua estratégia jurídica, argumentando que “não há provas em vídeo” e que os menores sofrem “linchamento virtual”. A delegada, porém, reafirma que o conjunto probatório é robusto, com fotografias, testemunhos e perícias.

“Tal vídeo nunca existiu. As imagens que circulam não mostram o momento do ataque. A investigação conta com fotografias, depoimentos de mais de 20 testemunhas e análise pericial.”

— Delegada Mardjoli Valcareggi, DPTUR

Quem São as Pessoas ao Seu Redor?

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Famílias Ricas vs. Justiça

Os pais dos adolescentes envolvidos no caso Orelha não são pessoas comuns. As famílias incluem dois empresários do setor hoteleiro e um advogado, todos com patrimônio significativo e conexões em Florianópolis. Eles são proprietários ou ligados aos hotéis Majestic Palace, Rede Mar Canasvieiras e Al Mare Florianópolis.

Ações Judiciais das Famílias

Liminar contra Meta e TikTok

A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis concedeu liminar determinando que Meta (Facebook e Instagram) e TikTok removessem em 24 horas todos os conteúdos que identifiquem os adolescentes, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Alegação das Famílias

As famílias argumentam: “Nossos nomes, CPFs e endereços estão expostos” na internet, e que os adolescentes e seus familiares estão recebendo ameaças. Pedem proteção integral sob o ECA.

Juíza se Declarou Impedida

A juíza originalmente designada para o caso Orelha se declarou impedida por reconhecer “vínculo íntimo” com a família de um dos adolescentes acusados. A magistrada se afastou voluntariamente do processo.

Um novo juiz foi nomeado para conduzir o caso na Vara da Infância e Juventude, garantindo a imparcialidade do processo. O impedimento reforçou a percepção pública de que as famílias têm influência sobre a Justiça local.

As Famílias

  • Perfil: 2 empresários + 1 advogado
  • Hotéis: Majestic Palace, Rede Mar, Al Mare
  • Ações: Liminar contra redes sociais
  • Alegação: Dados pessoais expostos
  • Indiciados: 3 adultos por coação

A Justiça

  • Vara: Infância e Juventude (Florianópolis)
  • Liminar: Meta e TikTok devem remover em 24h
  • Base legal: ECA (Estatuto da Criança)
  • Juíza: Impedida por vínculo com acusados
  • Novo juiz: Designado para o caso

Adolescentes Voltam dos EUA com Celulares Apreendidos

Dois dos quatro adolescentes envolvidos no caso Orelha haviam viajado para Disney/Orlando (Flórida, EUA) com suas famílias. Segundo os pais, a viagem era de formatura pré-planejada, agendada antes dos eventos com o cachorro Orelha. A viagem, porém, gerou enorme indignação popular no Brasil e nos Estados Unidos.

Cronologia do Retorno

1
Viagem pré-planejada:

2 dos 4 adolescentes viajam para Disney/Orlando com as famílias. Pais afirmam que era viagem de formatura já agendada.

2
Revolta internacional:

Influenciadores americanos e cidadãos dos EUA pedem deportação. Hashtag #DeportBrazilianAnimalAbusers viraliza. Pressão massiva nas redes sociais.

3
28 de janeiro - Embarque antecipado:

Os adolescentes antecipam o retorno e embarcam de volta ao Brasil diante da pressão insustentável.

4
29 de janeiro - Chegada ao Brasil:

Adolescentes chegam ao Brasil pela manhã, recebidos por escolta policial da DPTUR e Polícia Militar.

5
Celulares apreendidos:

Os celulares dos adolescentes são apreendidos imediatamente na chegada e enviados à Polícia Científica para análise forense.

6
Intimação:

Os adolescentes são intimados para prestar depoimento formal à DPTUR de Florianópolis.

O Que a Polícia Científica Vai Analisar?

Os celulares apreendidos serão submetidos a análise forense completa: mensagens de texto e WhatsApp, fotos e vídeos, histórico de navegação, dados de localização (GPS), conversas em redes sociais e eventuais registros que comprovem o envolvimento no ataque ao cachorro Orelha ou combinação prévia.

Boicote Nacional aos Hotéis das Famílias

A repercussão do caso Orelha atingiu diretamente os negócios das famílias dos adolescentes. A CVC, maior operadora de viagens do Brasil, suspendeu a venda de pacotes e reservas para os hotéis ligados às famílias. O movimento de boicote se espalhou rapidamente pelo setor de turismo.

Agências que Aderiram ao Boicote

ERS Viagens

Primeira agência a romper publicamente a parceria comercial com os hotéis das famílias, abrindo caminho para outras.

CVC

Maior operadora de viagens do Brasil suspendeu vendas de pacotes e reservas para Majestic Palace, Rede Mar Canasvieiras e Al Mare.

Bony Travel, Brasil Tur, Porto Viagens

Seguiram o exemplo e também suspenderam parcerias com os hotéis das famílias dos adolescentes.

Reclame Aqui

O site Reclame Aqui foi inundado com reclamações e avaliações negativas sobre os hotéis das famílias. Usuários publicaram relatos de boicote e incentivaram outros consumidores a evitarem os estabelecimentos.

Hotel Majestic Palace

O Hotel Majestic Palace recebeu ameaças após a repercussão do caso Orelha, mas sua administração negou ter sofrido cancelamentos em massa. O hotel é um dos principais ligados às famílias dos adolescentes.

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Outras Infrações dos Adolescentes

O ataque ao cachorro Orelha não foi o único ato violento dos adolescentes na região da Praia Brava. A investigação revelou um padrão de comportamento agressivo e destrutivo que incluiu múltiplas infrações.

Infrações Investigadas

Destruição de Propriedade

Atos de vandalismo contra propriedades na região da Praia Brava, relatados por moradores e comerciantes

Agressões Verbais

Ataques verbais contra trabalhadores locais da região, reportados durante a investigação

Furto de Bebidas Alcoólicas

Adolescentes furtaram bebidas alcoólicas de estabelecimentos da Praia Brava, configurando infração ao ECA

Tentativa de Afogamento de Cachorro

Tentaram afogar outro cachorro chamado Caramelo no mar. O animal foi resgatado a tempo e sobreviveu

Caramelo: Resgatado e Adotado

O cachorro Caramelo, vítima de tentativa de afogamento pelos mesmos adolescentes, foi resgatado a tempo e sobreviveu. Ele foi adotado pelo delegado-geral Ulisses Gabriel, que acompanha a investigação do caso Orelha. A adoção se tornou um símbolo de esperança em meio à crueldade.

Caso Abacate - Outro Cão Comunitário Assassinado

Na mesma semana do caso Orelha, outro caso brutal de violência contra animal chocou o país. O cachorro Abacate, cão comunitário querido pelos moradores de Toledo, no Paraná, foi baleado no abdômen em 27 de janeiro de 2026.

O Caso Abacate

Abacate era conhecido por sua docilidade e era cuidado por vários moradores do bairro em Toledo. Em 27 de janeiro, ele foi encontrado baleado no abdômen. Levado para cirurgia de emergência, o animal não resistiu aos ferimentos e morreu.

Protesto agendado: Moradores e protetores de animais organizaram um protesto para 31 de janeiro de 2026, em Toledo (PR), pedindo justiça e punição para o responsável pela morte de Abacate.

“O Abacate era um cão dócil, querido por toda a vizinhança. Não incomodava ninguém. Quem fez isso é um covarde. Vamos cobrar justiça.”

— Leandro Volanick, morador de Toledo (PR)

Lei Sansão (14.064/2020)

A Lei Sansão prevê pena de 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição de guarda para quem praticar maus-tratos a cães e gatos. A morte do animal é agravante. A lei se aplica tanto ao caso Orelha quanto ao caso Abacate.

Celebridades se Manifestam sobre o Caso Orelha

O caso Orelha mobilizou celebridades de todo o Brasil, que usaram suas plataformas para expressar indignação e cobrar justiça. As manifestações amplificaram a visibilidade do caso e pressionaram por ações concretas.

Paolla Oliveira

A atriz chorou ao falar sobre o caso, chamando os adolescentes de “bandidos”. Questionou publicamente: “Que adultos vão ser?” A manifestação emocionada viralizou nas redes sociais.

Dado Dolabella

O ator criticou duramente o sistema judicial brasileiro: “Justiça protege bandidos”. Pediu punição exemplar para os adolescentes e seus familiares que tentaram obstruir a investigação.

Ana Maria Braga

A apresentadora se manifestou em seu programa na Globo, chamando os adolescentes de “cidadãos desprezíveis”. A declaração repercutiu amplamente e foi compartilhada milhões de vezes.

Outras Manifestações

  • Ana Castela: Cantora expressou repúdio à crueldade animal e pediu justiça pelo cachorro Orelha
  • Xuxa: Se manifestou publicamente pedindo punição e conscientização sobre proteção animal
  • Marina Silva: Ministra usou sua posição para reforçar a importância da proteção animal e responsabilização

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com o cachorro Orelha em Florianópolis?

O cachorro Orelha, um cão comunitário da Praia Brava no norte de Florianópolis, foi brutalmente agredido na cabeça com objeto contundente na madrugada de 3 para 4 de janeiro de 2026 por um grupo de quatro adolescentes. O animal sofreu trauma craniano irreversível e precisou ser submetido à eutanásia no dia 5 de janeiro.

Quando o cachorro Orelha foi atacado?

Orelha foi agredido na madrugada de 3 para 4 de janeiro de 2026, na Praia Brava, norte de Florianópolis, Santa Catarina. O animal foi encontrado gravemente ferido por um morador local e levado a uma clínica veterinária.

Onde exatamente ocorreu a agressão ao cão Orelha?

A agressão ocorreu na Praia Brava, localizada no norte da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, SC. A Praia Brava é uma região turística frequentada por moradores e veranistas, onde Orelha vivia como cão comunitário.

Qual foi a arma usada contra o cachorro Orelha?

Segundo a delegada Mardjoli Valcareggi, responsável pelo caso, o objeto utilizado foi contundente, ou seja, sem ponta e sem fio, como um pedaço de madeira ou similar. O laudo descartou o uso de objetos cortantes ou perfurantes.

O cachorro Orelha morreu na hora do ataque?

Não. Orelha foi encontrado ainda vivo, porém gravemente ferido, por um morador da Praia Brava. O animal foi levado a um veterinário, mas devido à gravidade irreversível do trauma craniano, a eutanásia foi realizada no dia 5 de janeiro de 2026 para cessar o sofrimento.

Quem encontrou o cachorro Orelha ferido?

Orelha foi encontrado por um morador da Praia Brava que percebeu o animal em estado grave. O morador providenciou o transporte imediato do cachorro a uma clínica veterinária, onde os profissionais constataram a gravidade das lesões.

Quando foi registrado o boletim de ocorrência do caso Orelha?

O boletim de ocorrência foi registrado no dia 6 de janeiro de 2026, dois dias após a agressão. A partir desse registro, a Delegacia de Proteção Animal (DPA) de Florianópolis iniciou formalmente a investigação.

Quantos adolescentes participaram do ataque ao cachorro Orelha?

A investigação policial identificou quatro adolescentes envolvidos no ataque ao cachorro Orelha. Todos são menores de idade e filhos de famílias abastadas de Florianópolis, ligadas ao setor hoteleiro e jurídico da cidade.

O cachorro Orelha foi espancado até a morte?

Orelha sofreu agressões com objeto contundente na região da cabeça, causando trauma craniano gravíssimo. Embora tenha sido socorrido e levado ao veterinário, as lesões eram irreversíveis, e a eutanásia foi realizada em 5 de janeiro de 2026 para encerrar o sofrimento do animal.

O caso do cachorro Orelha teve repercussão nacional?

Sim, o caso ganhou enorme repercussão nacional e até internacional. Celebridades como Ana Castela, Luana Piovani, Rafael Portugal e Heloísa Périssé se pronunciaram, manifestações foram realizadas em diversas cidades, e o tema dominou as redes sociais por semanas.

O que é a Praia Brava, onde o Orelha vivia?

A Praia Brava é uma praia localizada no norte da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, SC. É conhecida por suas ondas fortes, frequentada por surfistas e veranistas, e possui uma comunidade que cuidava coletivamente de cães comunitários, incluindo o Orelha.

Como o caso do cachorro Orelha chegou à mídia?

O caso começou a circular nas redes sociais após moradores da Praia Brava divulgarem o que havia acontecido com o cão comunitário. A repercussão foi amplificada por influenciadores digitais e celebridades, forçando a grande mídia a cobrir o caso extensivamente.

O cachorro Orelha foi levado a qual veterinário?

Orelha foi levado a uma clínica veterinária de Florianópolis após ser encontrado ferido por um morador. Os veterinários constataram trauma craniano grave e irreversível, e a decisão pela eutanásia foi tomada em 5 de janeiro de 2026 para cessar o sofrimento.

Qual a causa da morte do cachorro Orelha?

A causa da morte foi trauma craniano causado por agressões com objeto contundente na região da cabeça. As lesões foram tão graves e irreversíveis que os veterinários optaram pela eutanásia para encerrar o sofrimento do animal.

O caso Orelha é considerado crime de maus-tratos?

Sim, o caso é investigado como maus-tratos a animais conforme o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), com agravante pela morte do animal, prevista na Lei Sansão (Lei 14.064/2020). A pena pode chegar a 5 anos de reclusão para adultos.

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Artigo publicado em 30 de janeiro de 2026 - Escrito pela equipe FlagCheck
Fontes: Agência Brasil, Metrópoles, Correio Braziliense, O Tempo, Itatiaia, ND Mais, Estado SC SECOM

Referências:

  • Agência Brasil - Caso Orelha: porteiro coagido por familiares dos adolescentes
  • Metrópoles - Famílias ricas obtêm liminar contra redes sociais no caso Orelha
  • Correio Braziliense - Juíza se declara impedida no caso Orelha por vínculo com acusados
  • O Tempo - Adolescentes do caso Orelha voltam dos EUA com celulares apreendidos
  • Itatiaia - CVC e agências suspendem vendas de hotéis ligados ao caso Orelha
  • ND Mais - Delegada confirma: vídeo do ataque ao cachorro Orelha nunca existiu
  • Estado SC SECOM - Atualização oficial sobre investigação do caso Orelha