CrimeRio de JaneiroCaso em andamentoAtualizado: 3 de março de 2026

Estupro Coletivo em Copacabana (RJ) — O Que Aconteceu, Quem Foi Preso e Como Denunciar

Em 31 de janeiro de 2026, uma adolescente de 17 anos foi vítima de estupro coletivo em um apartamento em Copacabana. Cinco suspeitos foram indiciados. Em 3 de março, dois foram presos — dois permanecem foragidos. A polícia pede informações à população.

🚨 Sabe o paradeiro dos foragidos? Denuncie agora

190

Polícia Militar

(21) 2253-1177

Disque Denúncia RJ

0300 253 1177

Disque Denúncia (ligação gratuita)

Anonimato garantido em todas as denúncias · A polícia aguarda qualquer pista sobre Bruno Allegretti e Vitor Hugo Simonin

Status Atual dos Suspeitos (03/03/2026)

✅ Preso em 03/03

Mattheus Verissimo Zoel Martins

19 anos · Capturado em Santa Teresa

✅ Se entregou em 03/03

João Gabriel Xavier Bertho

19 anos · Apresentado na 12ª DP Copacabana

🔴 Foragido

Bruno Felipe dos Santos Allegretti

18 anos · Paradeiro desconhecido

Denuncie: (21) 2253-1177

🔴 Foragido

Vitor Hugo Oliveira Simonin

18 anos · Filho de ex-subsecretário do RJ · Paradeiro desconhecido

Denuncie: (21) 2253-1177

Menor de idade — ECA

Adolescente de 17 anos (identidade preservada por lei)

Ex-namorado da vítima · Apontado como articulador da emboscada · Responde sob medidas do ECA

Cartaz dos quatro suspeitos maiores de idade do estupro coletivo de Copacabana, divulgado pelo Portal dos Procurados
Os quatro suspeitos maiores de idade — Portal dos Procurados / Disque Denúncia RJ · G1/Reprodução

O Que Aconteceu

Na noite de 31 de janeiro de 2026, uma adolescente de 17 anos, aluna do Colégio Federal Pedro II, foi convidada por aplicativo de mensagens a encontrar seu ex-namorado — um colega de 17 anos — em um apartamento na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana.

Ao chegar ao local, a adolescente foi vítima de uma emboscada planejada. Quando recusou a proposta feita pelos presentes, foi trancada em um cômodo e agredida fisicamente e sexualmente por quatro dos suspeitos. O laudo forense confirmou as agressões. Os quatro maiores de idade foram indiciados por estupro coletivo e cárcere privado — o trancamento da vítima configurou privação de liberdade.

O delegado responsável, Ângelo Lajes, classificou o crime como "emboscada planejada" e destacou a coragem da adolescente ao denunciar. A avó da jovem relatou que, após o crime, a adolescente "queria desistir da vida por vergonha" — o que ressalta a gravidade do impacto e a importância do apoio à vítima.

A polícia investiga se o grupo cometeu crimes semelhantes contra outras jovens. Duas outras vítimas já registraram ocorrências relatando dinâmica parecida com integrantes do mesmo grupo. A 12ª DP aguarda que eventuais vítimas procurem a delegacia.

Nota editorial: A identidade da vítima é protegida por lei. Este artigo não divulga nem sugere qualquer informação que permita identificá-la, em cumprimento à Lei 13.718/2018 e ao ECA.

Linha do Tempo do Caso

31/01/2026

Crime cometido

Adolescente de 17 anos é vítima de estupro coletivo em apartamento em Copacabana.

Fev/2026

Denúncia registrada

Vítima e família registram ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana). Investigação inicia.

Fev/2026

Indiciamento

Quatro maiores de idade são indiciados. Mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes.

28/02/2026

Operação "Não é Não"

Polícia Civil cumpre mandados. Suspeitos não são encontrados. Dois entram em fuga.

03/03/2026

Primeiras prisões

Mattheus Verissimo é capturado em Santa Teresa. João Gabriel Xavier Bertho se entrega na 12ª DP. Bruno Allegretti e Vitor Hugo Simonin seguem foragidos.

Canais de Apoio e Denúncia

Ligue 180

Vítimas

Central de Atendimento à Mulher

Gratuito, 24h, sigilo garantido. Para vítimas de violência sexual ou doméstica.

Disque 100

Denúncias

Direitos Humanos

Denúncias de violações de direitos humanos, incluindo violência contra crianças e adolescentes.

(21) 2253-1177

Foragidos

Disque Denúncia RJ

Informações sobre foragidos. Anonimato garantido. Também pelo 0300 253 1177 (gratuito).

190

Emergência

Polícia Militar

Emergências e informações urgentes sobre o paradeiro de suspeitos foragidos.

Casos como esse mostram que sinais existem — antes

Verificar antecedentes criminais e judiciais de alguém antes de um encontro não é desconfiança — é uma decisão informada. O FlagCheck permite consultar qualquer pessoa em menos de 30 segundos.

Antecedentes

Criminais e civis

Processos

Judiciais em todo o Brasil

30 segundos

Resultado imediato

Verificar Antecedentes Agora

Perguntas Frequentes

O que aconteceu no caso do estupro coletivo de Copacabana?
Em 31 de janeiro de 2026, uma adolescente de 17 anos foi atraída para um apartamento na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana (RJ), sob pretexto de encontro com seu ex-namorado. No local, foi vítima de estupro coletivo praticado por cinco suspeitos — quatro maiores de idade e um adolescente de 17 anos, identificado como o articulador da emboscada.
Quantos suspeitos estão envolvidos no caso de Copacabana?
Cinco pessoas são investigadas: quatro maiores de idade (Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho) e um adolescente de 17 anos, ex-namorado da vítima. Em 03/03/2026, Mattheus foi preso e João Gabriel se entregou à polícia. Bruno e Vitor Hugo estão foragidos.
Quais suspeitos estão presos e quais estão foragidos?
Presos em 03/03/2026: Mattheus Verissimo Zoel Martins (preso em Santa Teresa) e João Gabriel Xavier Bertho (se entregou na 12ª DP Copacabana). Foragidos: Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin. O adolescente está sob medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Como denunciar o paradeiro dos suspeitos foragidos do caso de Copacabana?
Ligue 190 (Polícia Militar) ou acione o Disque Denúncia do Rio de Janeiro pelo número (21) 2253-1177 ou 0300 253 1177. O anonimato é garantido. Qualquer informação sobre o paradeiro de Bruno Felipe dos Santos Allegretti ou Vitor Hugo Oliveira Simonin deve ser repassada imediatamente à polícia.
O que é a Operação "Não é Não" do caso de Copacabana?
A Operação "Não é Não" foi a ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro que resultou na expedição dos mandados de prisão preventiva contra os quatro suspeitos maiores de idade. A operação é coordenada pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes do TJRJ.
Qual é a pena prevista para os suspeitos do estupro coletivo de Copacabana?
O delegado responsável informou que os suspeitos podem responder por penas de quase 20 anos de prisão. A pena pode ser agravada pela menoridade da vítima (17 anos) e pela natureza coletiva do crime. Os quatro maiores de idade já foram indiciados e viraram réus.
A vítima pode ser identificada publicamente?
Não. A identidade da vítima é protegida por lei — especialmente por ser menor de idade e vítima de crime sexual. A Lei 13.718/2018 e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbem a divulgação de qualquer informação que permita identificá-la. Veículos e pessoas que a identificarem publicamente cometem crime.
Como a vítima pode buscar ajuda?
Vítimas de violência sexual podem ligar gratuitamente para o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher, 24h) ou procurar o Disque 100 (Direitos Humanos). A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) também oferece suporte integral. O atendimento é sigiloso.
O Colégio Pedro II tomou alguma medida?
Sim. O Colégio Federal Pedro II afastou os alunos acusados e abriu processo administrativo para apurar os fatos. A própria vítima era aluna da instituição. Mais detalhes no artigo específico sobre as medidas do colégio.
Há outras possíveis vítimas no caso de Copacabana?
Sim. Uma segunda jovem registrou ocorrência contra pelo menos três dos envolvidos, relatando dinâmica semelhante. A polícia está investigando se o grupo utilizava o mesmo modus operandi com outras adolescentes. A 12ª DP aguarda que eventuais vítimas procurem a delegacia.

Artigos Relacionados

O que aconteceu no caso do estupro coletivo de Copacabana?

Em 31 de janeiro de 2026, uma adolescente de 17 anos foi atraída para um apartamento na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana (RJ), sob pretexto de encontro com seu ex-namorado. No local, foi vítima de estupro coletivo praticado por cinco suspeitos — quatro maiores de idade e um adolescente de 17 anos, identificado como o articulador da emboscada.

Quantos suspeitos estão envolvidos no caso de Copacabana?

Cinco pessoas são investigadas: quatro maiores de idade (Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho) e um adolescente de 17 anos, ex-namorado da vítima. Em 03/03/2026, Mattheus foi preso e João Gabriel se entregou à polícia. Bruno e Vitor Hugo estão foragidos.

Quais suspeitos estão presos e quais estão foragidos?

Presos em 03/03/2026: Mattheus Verissimo Zoel Martins (preso em Santa Teresa) e João Gabriel Xavier Bertho (se entregou na 12ª DP Copacabana). Foragidos: Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin. O adolescente está sob medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Como denunciar o paradeiro dos suspeitos foragidos do caso de Copacabana?

Ligue 190 (Polícia Militar) ou acione o Disque Denúncia do Rio de Janeiro pelo número (21) 2253-1177 ou 0300 253 1177. O anonimato é garantido. Qualquer informação sobre o paradeiro de Bruno Felipe dos Santos Allegretti ou Vitor Hugo Oliveira Simonin deve ser repassada imediatamente à polícia.

O que é a Operação "Não é Não" do caso de Copacabana?

A Operação "Não é Não" foi a ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro que resultou na expedição dos mandados de prisão preventiva contra os quatro suspeitos maiores de idade. A operação é coordenada pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes do TJRJ.

Qual é a pena prevista para os suspeitos do estupro coletivo de Copacabana?

O delegado responsável informou que os suspeitos podem responder por penas de quase 20 anos de prisão. A pena pode ser agravada pela menoridade da vítima (17 anos) e pela natureza coletiva do crime. Os quatro maiores de idade já foram indiciados e viraram réus.

A vítima pode ser identificada publicamente?

Não. A identidade da vítima é protegida por lei — especialmente por ser menor de idade e vítima de crime sexual. A Lei 13.718/2018 e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbem a divulgação de qualquer informação que permita identificá-la. Veículos e pessoas que a identificarem publicamente cometem crime.

Como a vítima pode buscar ajuda?

Vítimas de violência sexual podem ligar gratuitamente para o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher, 24h) ou procurar o Disque 100 (Direitos Humanos). A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) também oferece suporte integral. O atendimento é sigiloso.

O Colégio Pedro II tomou alguma medida?

Sim. O Colégio Federal Pedro II afastou os alunos acusados e abriu processo administrativo para apurar os fatos. A própria vítima era aluna da instituição. Mais detalhes no artigo específico sobre as medidas do colégio.

Há outras possíveis vítimas no caso de Copacabana?

Sim. Uma segunda jovem registrou ocorrência contra pelo menos três dos envolvidos, relatando dinâmica semelhante. A polícia está investigando se o grupo utilizava o mesmo modus operandi com outras adolescentes. A 12ª DP aguarda que eventuais vítimas procurem a delegacia.