CrimeFlorianópolisCaso Solucionado13 de março de 2026

Corretora Morta em Florianópolis: Vizinho Era Foragido com Passagem por Latrocínio — Os Red Flags que Ninguém Checou

Luciani, corretora gaúcha de 47 anos, foi assassinada, esquartejada e descartada em um rio por seu vizinho de apartamento — que vivia sob nome falso e era foragido de outro latrocínio cometido em São Paulo. A mãe dele era a administradora do próprio condomínio. Os red flags existiam. Ninguém os verificou.

Corretora desaparecida em Florianópolis — caso solucionado pela Polícia Civil de SC

Foto: NDMais — Luciani, corretora de imóveis gaúcha de 47 anos, desaparecida e encontrada morta em SC

Nota editorial: Este artigo foi escrito com respeito à memória da vítima e à sua família. O nome completo da vítima não é exibido integralmente. As informações são baseadas em fontes jornalísticas e na nota oficial da Polícia Civil de Santa Catarina.

O Crime: Dopada, Assassinada e Esquartejada pelo Vizinho

Luciani era corretora de imóveis, natural de Alegrete (RS), e morava em Florianópolis em um apartamento no residencial Pousada Costão da Ilha, no bairro Ingleses. Na noite de 4 para 5 de março de 2026, ela foi dopada e assassinada pelo vizinho de apartamento.

O corpo permaneceu dentro da própria geladeira por dias. Em 7 de março, o suspeito esquartejou a vítima, dividiu os restos em cinco sacos de lixo e descartou tudo às margens de um córrego na região de Major Gercino, interior de Santa Catarina. O corpo foi localizado em 11 de março e identificado pela família.

A motivação foi o latrocínio — roubo seguido de morte. Os suspeitos passaram dias utilizando os dados, cartões e contas da vítima para fazer compras em plataformas online, mesmo após o desaparecimento dela.

Como a Família Percebeu

No dia 6 de março, a mãe de Luciani fez aniversário e não recebeu a ligação da filha — algo completamente fora da rotina. A resposta que chegou foi apenas uma figurinha e a expressão "correria aqui", via mensagem. A família imediatamente soube que algo estava errado.

A partir do boletim de ocorrência, as investigações da Polícia Civil identificaram as compras sendo feitas com os dados da vítima — e em menos de 72 horas, o caso estava solucionado.

Os Red Flags que Existiam — e Ninguém Verificou

O suspeito não era um criminoso de primeira viagem escondido no anonimato. Ele tinha um histórico verificável — mas ninguém no condomínio o checou.

Foragido de outro latrocínio

Em 2022, o suspeito assassinou o dono de uma padaria em Laranjal Paulista (SP) com um tiro na cabeça. Ele foi indiciado e fugiu — e desde então vivia na clandestinidade. Havia mandado de prisão ativo contra ele.

Vivia sob nome falso

O suspeito se apresentava com uma identidade diferente da real no condomínio e no cotidiano. A polícia o descreveu como tendo "traços de psicopatia". Um confronto biométrico ou verificação de CPF teria revelado a incompatibilidade entre o nome apresentado e os dados reais.

Mãe era a administradora do condomínio

A responsável pela locação e gestão do residencial era a própria mãe do suspeito — o que facilitou a entrada e a permanência do filho foragido no local. Ela foi presa preventivamente por também se beneficiar dos bens roubados da vítima e por esconder pertences dela.

Irmão adolescente também envolvido

Um irmão menor de idade do suspeito principal também participou do esquema criminoso e foi apreendido. A estrutura familiar de cumplicidade foi essencial para encobrir o crime.

Namorada participou do latrocínio

A companheira do suspeito, 27 anos, morava com ele no apartamento vizinho ao da vítima e participou ativamente do crime. Os dois tentaram fugir para o Rio Grande do Sul, mas foram presos pela PRF em Gravataí (RS) em 12 de março.

Caso Solucionado em 72 Horas

A Polícia Civil de Santa Catarina conduziu diligências ininterruptas e identificou a autoria do latrocínio e da ocultação de cadáver em menos de três dias. O caminho foi rastrear as compras online feitas com os dados da vítima após o desaparecimento.

4–5 mar

Vítima assassinada no apartamento

7 mar

Corpo esquartejado e descartado em rio

11 mar

Corpo encontrado. Administradora presa

12 mar

Casal preso pela PRF em Gravataí (RS)

13 mar

Caso oficialmente solucionado

< 72h

Tempo total de investigação

O Vizinho ao Seu Lado — Você Sabe com Quem Está Convivendo?

O suspeito do crime de Florianópolis vivia normalmente em um condomínio residencial, sob nome falso, com mandado de prisão ativo por outro assassinato. Ninguém verificou. O FlagCheck é o maior buscador de red flags do Brasil — em segundos você descobre antecedentes criminais, processos judiciais e se os dados de uma pessoa batem com o CPF real.

Antecedentes Criminais

Passagens, processos e mandados

Verificação de CPF

Nome bate com o documento?

Processos Judiciais

Cível, criminal e trabalhista

Para corretores, síndicos, proprietários e qualquer pessoa que queira saber com quem está lidando.

Como Denunciar Foragidos ou Situações Suspeitas

📞

Disque-Denúncia

181

Anônimo, 24h, para todo o Brasil

📞

Polícia Civil SC

197

Central de atendimento da PCSC

📞

Polícia Militar

190

Emergências e situações de risco imediato

📞

Ministério da Justiça

www.gov.br/mj

Portal de denúncias de foragidos e crimes

Perguntas Frequentes

O que aconteceu com a corretora de Florianópolis?
Luciani, corretora de imóveis gaúcha de 47 anos residente em Florianópolis, foi assassinada entre os dias 4 e 5 de março de 2026 pelo vizinho de apartamento. O suspeito a dopou, a matou, manteve o corpo na geladeira por dias, depois a esquartejou em cinco sacos de lixo e descartou os restos em um rio na região de Major Gercino (SC). O corpo foi encontrado em 11 de março e identificado pela família.
Quem matou a corretora de Florianópolis?
O principal suspeito é Matheus Vinícius Silveira Leite, 30 anos, vizinho de apartamento da vítima no residencial Pousada Costão da Ilha, no bairro Ingleses. Ele vivia sob nome falso e era foragido do Estado de São Paulo, onde respondia por outro latrocínio cometido em 2022 — o assassinato do dono de uma padaria em Laranjal Paulista (SP) com um tiro na cabeça.
A mãe do suspeito realmente administrava o condomínio?
Sim. A administradora do residencial onde a vítima morava — responsável pelas locações e gestão do espaço — era uma mulher de 47 anos presa preventivamente pela polícia. A investigação apontou que ela se beneficiou das compras feitas com dados e cartões da vítima após o crime, e que escondeu pertences de Luciani em seu apartamento.
Como a polícia descobriu o crime?
O alerta inicial veio da família: Luciani não ligou para a mãe no aniversário dela, comportamento completamente atípico. A investigação identificou que compras online estavam sendo feitas com os dados da vítima mesmo após seu desaparecimento. Os suspeitos usavam os cartões e dados de Luciani para adquirir produtos em plataformas de e-commerce. Em menos de 72 horas, a Polícia Civil solucionou o caso.
O suspeito tinha passagem criminal? Como vivia normalmente sob nome falso?
Sim. Matheus Vinícius Silveira Leite respondia por latrocínio em SP desde 2022 e estava oficialmente foragido. Apesar disso, vivia normalmente em Florianópolis usando um nome falso — o que dificulta a identificação em cadastros simples. A Polícia Civil descreveu o suspeito como tendo "traços de psicopatia". Um check de antecedentes com confrontação biométrica teria revelado a divergência entre o nome apresentado e o CPF real.
O que é latrocínio?
Latrocínio é o crime de roubo seguido de morte — quando o assassinato ocorre com o objetivo de facilitar o roubo ou garantir a impunidade. É considerado crime hediondo no Brasil, com pena de 20 a 30 anos de reclusão. No caso de Florianópolis, a motivação foi o roubo dos dados, cartões e bens da vítima.
Como posso verificar os antecedentes de vizinhos, inquilinos ou clientes?
O FlagCheck permite consultar antecedentes criminais, processos judiciais e dados cadastrais via CPF. Para corretoras de imóveis, proprietários e síndicos, é possível verificar se uma pessoa tem passagem criminal, processos em aberto ou se os dados informados batem com os da Receita Federal — um passo fundamental antes de alugar um imóvel ou permitir acesso a um condomínio.
Corretores de imóveis deveriam verificar antecedentes de clientes?
Sim. Corretores e imobiliárias têm acesso facilitado a imóveis e informações dos proprietários. Verificar a identidade e os antecedentes de potenciais inquilinos ou compradores é uma camada de segurança essencial — e cada vez mais comum. O caso de Florianópolis mostra como um simples check poderia ter revelado que o suspeito vivia sob identidade falsa.

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